<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Gestão Ambiental &#8211; Uma Proposta de Retrocesso e a Previsível Reação</title>
	<atom:link href="http://www.luizprado.com.br/2007/01/23/gestao-ambiental-uma-proposta-de-retrocesso/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.luizprado.com.br/2007/01/23/gestao-ambiental-uma-proposta-de-retrocesso/</link>
	<description>meio-ambiente e desenvolvimento</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Aug 2010 22:19:02 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<item>
		<title>Por: José Luis Cardoso</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2007/01/23/gestao-ambiental-uma-proposta-de-retrocesso/comment-page-1/#comment-44</link>
		<dc:creator>José Luis Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 01:51:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luizprado.com.br/2007/01/23/gestao-ambiental-uma-proposta-de-retrocesso/#comment-44</guid>
		<description>Ã Ã©poca do regime militar, em plena vigÃªncia da Lei de SeguranÃ§a Nacional,Â as autoridades federaisÂ impunham aos entes federados uma norma que assegurava que os empreendimentosÂ considerados de SeguranÃ§a NacionalÂ seriam licenciados pelo Ã³rgÃ£o federal de meio ambiente&quot;, no caso a SEMA (um mero fantocheÂ para atender Ã s crÃ­ticas internacionais Ã s posiÃ§Ãµes do Brasil naÂ ConferÃªncia de Estocolmo,Â 1972).Â  Tais atividades de &quot;seguranÃ§a nacional&quot; incluiamÂ refinarias, oleodutos, portos, ferrovias, hidrelÃ©tricas, estradas, siderÃºrgicas, atividades de mineraÃ§Ã£o, etc, ou seja,Â toda aÂ infra-estrutura e muito mais.Â  Os Estados e MunicÃ­piosÂ que se danassem, juntamente com o princÃ­pio federativo.Â  DaÃ­ surgiramÂ grandes equÃ­vocos, comÂ a iimplantaÃ§Ã£o de projetos faraÃ´nicos de &quot;tecnologia suja&quot; que os paÃ­ses ditos de economia central exportavam para o nosso territÃ³rio, tecnologias que lÃ¡ jÃ¡ nÃ£o eram mais admissÃ­veis.Â  Isso tudo aconteceuÂ no perÃ­odoÂ do &quot;desenvolvimento a qualquer custo&quot;.Â  Agora, vem umÂ governo que se pretendeÂ &quot;de esquerda&quot; querendo repetir o mesmo crime, amparado numa proposta de modificaÃ§Ã£o da lei incluÃ­da no tal PAC.Â  Esse governo quer abolir o quadroÂ institucional-legal conquistado com muito esforÃ§o, no qualÂ os entes federados tÃªm a prerrogativa constitucional de legislar de forma concorrente nas questÃµes ambientais no espaÃ§o do seu territÃ³rio.Â  Ã curioso, mas parece, assim, estar comprovada a circunferÃªncia da polÃ­tica no Brasil: a esquerda foi dando a volta atÃ© encontrar a direita,Â e aÃ­ sairam para passear de mÃ£os dadas, na maior cara de pau.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ã Ã©poca do regime militar, em plena vigÃªncia da Lei de SeguranÃ§a Nacional,Â as autoridades federaisÂ impunham aos entes federados uma norma que assegurava que os empreendimentosÂ considerados de SeguranÃ§a NacionalÂ seriam licenciados pelo Ã³rgÃ£o federal de meio ambiente&#8221;, no caso a SEMA (um mero fantocheÂ para atender Ã s crÃ­ticas internacionais Ã s posiÃ§Ãµes do Brasil naÂ ConferÃªncia de Estocolmo,Â 1972).Â  Tais atividades de &#8220;seguranÃ§a nacional&#8221; incluiamÂ refinarias, oleodutos, portos, ferrovias, hidrelÃ©tricas, estradas, siderÃºrgicas, atividades de mineraÃ§Ã£o, etc, ou seja,Â toda aÂ infra-estrutura e muito mais.Â  Os Estados e MunicÃ­piosÂ que se danassem, juntamente com o princÃ­pio federativo.Â  DaÃ­ surgiramÂ grandes equÃ­vocos, comÂ a iimplantaÃ§Ã£o de projetos faraÃ´nicos de &#8220;tecnologia suja&#8221; que os paÃ­ses ditos de economia central exportavam para o nosso territÃ³rio, tecnologias que lÃ¡ jÃ¡ nÃ£o eram mais admissÃ­veis.Â  Isso tudo aconteceuÂ no perÃ­odoÂ do &#8220;desenvolvimento a qualquer custo&#8221;.Â  Agora, vem umÂ governo que se pretendeÂ &#8220;de esquerda&#8221; querendo repetir o mesmo crime, amparado numa proposta de modificaÃ§Ã£o da lei incluÃ­da no tal PAC.Â  Esse governo quer abolir o quadroÂ institucional-legal conquistado com muito esforÃ§o, no qualÂ os entes federados tÃªm a prerrogativa constitucional de legislar de forma concorrente nas questÃµes ambientais no espaÃ§o do seu territÃ³rio.Â  Ã curioso, mas parece, assim, estar comprovada a circunferÃªncia da polÃ­tica no Brasil: a esquerda foi dando a volta atÃ© encontrar a direita,Â e aÃ­ sairam para passear de mÃ£os dadas, na maior cara de pau.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
