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	<title>Comentários sobre: Emissário Submarino &#8211; Infringindo a Lei e Enganando os Trouxas</title>
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	<description>meio-ambiente e desenvolvimento</description>
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		<title>Por: Fernando Azevedo</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2007/04/12/emissario-submarino-infringindo-a-lei-e-enganando-os-trouxas/comment-page-1/#comment-60</link>
		<dc:creator>Fernando Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:47:01 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com o texto, e o complemento, a CEDAE através de sua estrutura tarifária cobra de seus consumidores o mesmo valor da água como despejo sanitário. Entretanto através da lei 11445 Federal deveria disponibilizar TODAS as etapas no que se refere ao esgotamento sanitário, o que não faz. Existem diversas ações contra esta cobrança e verifico que a CEDAE perde todas, pois a lei é muito clara. Esses políticos, do governador ao presidente da CEDAE vêm à televisão e diz estarem inaugurando estações de tratamento. Na ultima aparição disse inclusive que respiraremos em Copacabana perfume de jasmim, junto a elevatória parafuso, vão lá ver ou melhor cheirar o jasmim já está podre, e niguém toma nenhuma providência, cadê as tantas agência fiscalizadoras e reguladoras, eles comem do mesmo prato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o texto, e o complemento, a CEDAE através de sua estrutura tarifária cobra de seus consumidores o mesmo valor da água como despejo sanitário. Entretanto através da lei 11445 Federal deveria disponibilizar TODAS as etapas no que se refere ao esgotamento sanitário, o que não faz. Existem diversas ações contra esta cobrança e verifico que a CEDAE perde todas, pois a lei é muito clara. Esses políticos, do governador ao presidente da CEDAE vêm à televisão e diz estarem inaugurando estações de tratamento. Na ultima aparição disse inclusive que respiraremos em Copacabana perfume de jasmim, junto a elevatória parafuso, vão lá ver ou melhor cheirar o jasmim já está podre, e niguém toma nenhuma providência, cadê as tantas agência fiscalizadoras e reguladoras, eles comem do mesmo prato.</p>
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		<title>Por: Paty</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2007/04/12/emissario-submarino-infringindo-a-lei-e-enganando-os-trouxas/comment-page-1/#comment-59</link>
		<dc:creator>Paty</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 16:34:11 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei muito desse texto é muito interessante e me ajudou a fazer meu trabalho sobre o meio ambiente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito desse texto é muito interessante e me ajudou a fazer meu trabalho sobre o meio ambiente.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Informações sobre emissários</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2007/04/12/emissario-submarino-infringindo-a-lei-e-enganando-os-trouxas/comment-page-1/#comment-58</link>
		<dc:creator>Informações sobre emissários</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 19:24:22 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de saber se alguém tem conhecimento da implantação de emissário acima da faixa de areia, ou seja, não como o convencional que é submerso desde seu início. Pergunto, pois elaboro um trabalho sobre o caso do emissário de Santos/SP. Preciso encontrar fontes que demonstrem a existencia de outro emissários como o de Santos e seus repectivos impactos em face da legislação vigente. Muito obrigado e sorte e paz a todos!

Resposta:

Não creio que alguma operadora dos serviços de água e esgoto se atreveria a fazer tamanha estupidez, nem mesmo em países pobres: interromper a praia com uma obra tão anti-estética, para economizar uns trocados desprezíveis.

Vale dizer que frequentemente a SABESP não fala de &quot;emissários&quot;, no sentido lato do termo, mas de simples vertedouros a pequenas distâncias da praia.  Emissário seria algo capaz e lançar os esgotos a uma distância razoável para resolver o problema de T-90, isto é, o tempo de retorno à praia nas piores condições de correntes e ventos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber se alguém tem conhecimento da implantação de emissário acima da faixa de areia, ou seja, não como o convencional que é submerso desde seu início. Pergunto, pois elaboro um trabalho sobre o caso do emissário de Santos/SP. Preciso encontrar fontes que demonstrem a existencia de outro emissários como o de Santos e seus repectivos impactos em face da legislação vigente. Muito obrigado e sorte e paz a todos!</p>
<p>Resposta:</p>
<p>Não creio que alguma operadora dos serviços de água e esgoto se atreveria a fazer tamanha estupidez, nem mesmo em países pobres: interromper a praia com uma obra tão anti-estética, para economizar uns trocados desprezíveis.</p>
<p>Vale dizer que frequentemente a SABESP não fala de &#8220;emissários&#8221;, no sentido lato do termo, mas de simples vertedouros a pequenas distâncias da praia.  Emissário seria algo capaz e lançar os esgotos a uma distância razoável para resolver o problema de T-90, isto é, o tempo de retorno à praia nas piores condições de correntes e ventos.</p>
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		<title>Por: Ronner</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2007/04/12/emissario-submarino-infringindo-a-lei-e-enganando-os-trouxas/comment-page-1/#comment-57</link>
		<dc:creator>Ronner</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 22:40:39 +0000</pubDate>
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		<description>Caro amigo. Sou Engenheiro Civil e especializado em saneamento. Tenho acompanhado no mundo todo, a utilização de emissários submarinos. Posso garantir, que em todos eles, não é feito tratamento primário (que seria a remoção de materia orgânica sedimentável). O que é feito, é o pré-condicionamento ou pré-tratamento, que é a remoção de sólidos grosseiros e finos (lixo e areia), para posterior lançamento no mar.

Existe um fenômeno na natureza chamado auto-depuração. A natureza, muito sábia, consegue depurar a matéria orgânica. É por isso que só se remove os sólidos grosseiros e finos p/ lançamento no mar. A auto-depuração acontece através de 3 mecanismos básicos: diluição, dispersão e aeração (ondas), contando ainda com a ajuda bactericida da radiação solar e da salinidade.

O mar, é um corpo hídrico infinitamente superior ao volume despejado auxiliando na diluição, e as diferenças entre temperaturas, salinidades e ação das ondas, contribuiem para a aeração e dispersão.

Mas o lançamento no mar exige certos estudos antecedentes que definirão em qual profundidade deve ser instalada a tubulação e a que distãncia da costa. Sãos os estudos de correntometria, de biota marinha, dentre outros.

No caso de Fortaleza, minha terra natal, a tubulação do emissário é em aço é de 1,50 m de diâmetro e o lançamento é feito a 3,2 km da costa. Fazemos constantes simulações e campanhas de amostragem para determinação da qualidade no ponto de lançamento e há garantias que esse esgoto não volta, o que era esperado pelo estudo de correntes marinhas.

Hoje, a poluição da beira-mar de Fortaleza e da maioria das cidades costeiras é comprovadamente oriunda do lançamento considerável de esgoto bruto nas galerias de águas pluviais que desembocam na beira da praia comprometendo sua balneabilidade. E esse é um problema dificil de resolver porque não é facil descobrir ligações clandestinas. Em fortaleza, temos tentado filmagens, testes de fumaça, etc., mas a quantidade de ligações ainda é muito grande e será uma longa jornada de combate.

Portanto, caro amigo, acho muito dificil que a poluição da praia tenha ocorrido por causa do emissário submarino, a não ser que haja algum erro de projeto, ou sobrecarga do sistema. Mas o mais provável é a poluição pelas galerias.

Se tiver curiosidade faça o seguinte teste: Entre no Google earth e aproxime o zoom na área costeira, onde os rios que cortam a cidade desembocam na praia. Você verá manchas escuras saindo das galerias.


Comentário do autor:

Ligações &quot;clandestinas&quot; são de responsabilidade das concessionárias, que têm como identificá-las (ligações clandestinas seriam ligações na rede de água pluviais onde já existe rede de coleta de esgotos).

A balneabilidade é definida pela presença de coliformes fecais em mais de 20% das amostras realizadas em 5 semanas sucessivas.  Uma definição correta, mas que serve apenas para que se obtenham indicadores.  Isso não significa que a turbidez - &lt;strong&gt;a coloração natiural da água que a cada dia nos afasta mais das grandes destinações turísticas internacionais&lt;/strong&gt; - não seja modificada pelo lançamento costeiro do esgoto bruto, com grandes quantidades de óleos e graxas, como ocorre no caso do emissário submarino de Ipanema (estimativa de 30 toneladas/dia).

Nos EUA, não são permitidos lançamentos costeiros sem o tratamento primário completo.  A Agência de Proteção Ambiental tem, no entanto, o poder de permitir adiamentos na implantação de tais sistemas em casos específicos, como fez para alguns casos no Hawai, Porto Rico e San Diego.

O Banco Mundial tem proposto a utilização de peneiras finas que podem atingir um nível de remoção próximo do tratamento primário (além da remoção de óloes e graxas).  As estimativas para o lançamento total diário de óleos e graxas através do emissário submarino de Ipanema é da ordem de 30 toneladas por dia (esse lançamento não é precedido de qualquer tipo de remoção de NADA).

As águas pluviais são certamente uma fonte de poluição significativa, e não apenas em função da existência de ligações clandestinas, mas também da lavagem das ruas.  Esse assunto já foi resolvido em muitos países altamente desenvolvidos através de diretrizes que requerem a infiltração das águas pluvias equivalente a um período de 20 minutos de chuvas máximas em cada trecho das redes de águas pluviais.

Em qualquer caso, as regras obrigam a divulgação dos dados de vazão e qualidade dos efluentes antes e depois do lançamento final, o que não ocorre no Brasil.

Há, ainda, os muitos casos de lançamentos em rios.  Esss lançamentos certamente deveriam ser precedidos de tratamento.  O município de Nova Iguaçu optou por sistemas de tratamento primário descentralizados, com os efluentes sendo conduzidos a um sistema de tratamento secundário, já que diversas estações de tratamento construídas durante a implantação do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (aí não estamos falando de mar aberto) operam, hoje, com 5% ou menos de sua capacidade por falta de implantação dos sistemas de coleta.

Pensar em novas abordagens é uma característica das sociedades de conhecimento.  Um entre muitos exemplos são os sistemas de micro-peneiramento que vêm sendo desenvolvidos e implantados.  Tais sistemas podem ser visualizados na página de um fabricante na internet, com a relação dos países que já os adquiriram (entre outros) e assim se diferenciam da abordagem da engenharia sanitária brasileira em decorrência de diretrizes gerais - no caso da União Européia - ou de legislação específica.

http://www.huber.de/hp773/Fine-_-Micro-Screens.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo. Sou Engenheiro Civil e especializado em saneamento. Tenho acompanhado no mundo todo, a utilização de emissários submarinos. Posso garantir, que em todos eles, não é feito tratamento primário (que seria a remoção de materia orgânica sedimentável). O que é feito, é o pré-condicionamento ou pré-tratamento, que é a remoção de sólidos grosseiros e finos (lixo e areia), para posterior lançamento no mar.</p>
<p>Existe um fenômeno na natureza chamado auto-depuração. A natureza, muito sábia, consegue depurar a matéria orgânica. É por isso que só se remove os sólidos grosseiros e finos p/ lançamento no mar. A auto-depuração acontece através de 3 mecanismos básicos: diluição, dispersão e aeração (ondas), contando ainda com a ajuda bactericida da radiação solar e da salinidade.</p>
<p>O mar, é um corpo hídrico infinitamente superior ao volume despejado auxiliando na diluição, e as diferenças entre temperaturas, salinidades e ação das ondas, contribuiem para a aeração e dispersão.</p>
<p>Mas o lançamento no mar exige certos estudos antecedentes que definirão em qual profundidade deve ser instalada a tubulação e a que distãncia da costa. Sãos os estudos de correntometria, de biota marinha, dentre outros.</p>
<p>No caso de Fortaleza, minha terra natal, a tubulação do emissário é em aço é de 1,50 m de diâmetro e o lançamento é feito a 3,2 km da costa. Fazemos constantes simulações e campanhas de amostragem para determinação da qualidade no ponto de lançamento e há garantias que esse esgoto não volta, o que era esperado pelo estudo de correntes marinhas.</p>
<p>Hoje, a poluição da beira-mar de Fortaleza e da maioria das cidades costeiras é comprovadamente oriunda do lançamento considerável de esgoto bruto nas galerias de águas pluviais que desembocam na beira da praia comprometendo sua balneabilidade. E esse é um problema dificil de resolver porque não é facil descobrir ligações clandestinas. Em fortaleza, temos tentado filmagens, testes de fumaça, etc., mas a quantidade de ligações ainda é muito grande e será uma longa jornada de combate.</p>
<p>Portanto, caro amigo, acho muito dificil que a poluição da praia tenha ocorrido por causa do emissário submarino, a não ser que haja algum erro de projeto, ou sobrecarga do sistema. Mas o mais provável é a poluição pelas galerias.</p>
<p>Se tiver curiosidade faça o seguinte teste: Entre no Google earth e aproxime o zoom na área costeira, onde os rios que cortam a cidade desembocam na praia. Você verá manchas escuras saindo das galerias.</p>
<p>Comentário do autor:</p>
<p>Ligações &#8220;clandestinas&#8221; são de responsabilidade das concessionárias, que têm como identificá-las (ligações clandestinas seriam ligações na rede de água pluviais onde já existe rede de coleta de esgotos).</p>
<p>A balneabilidade é definida pela presença de coliformes fecais em mais de 20% das amostras realizadas em 5 semanas sucessivas.  Uma definição correta, mas que serve apenas para que se obtenham indicadores.  Isso não significa que a turbidez &#8211; <strong>a coloração natiural da água que a cada dia nos afasta mais das grandes destinações turísticas internacionais</strong> &#8211; não seja modificada pelo lançamento costeiro do esgoto bruto, com grandes quantidades de óleos e graxas, como ocorre no caso do emissário submarino de Ipanema (estimativa de 30 toneladas/dia).</p>
<p>Nos EUA, não são permitidos lançamentos costeiros sem o tratamento primário completo.  A Agência de Proteção Ambiental tem, no entanto, o poder de permitir adiamentos na implantação de tais sistemas em casos específicos, como fez para alguns casos no Hawai, Porto Rico e San Diego.</p>
<p>O Banco Mundial tem proposto a utilização de peneiras finas que podem atingir um nível de remoção próximo do tratamento primário (além da remoção de óloes e graxas).  As estimativas para o lançamento total diário de óleos e graxas através do emissário submarino de Ipanema é da ordem de 30 toneladas por dia (esse lançamento não é precedido de qualquer tipo de remoção de NADA).</p>
<p>As águas pluviais são certamente uma fonte de poluição significativa, e não apenas em função da existência de ligações clandestinas, mas também da lavagem das ruas.  Esse assunto já foi resolvido em muitos países altamente desenvolvidos através de diretrizes que requerem a infiltração das águas pluvias equivalente a um período de 20 minutos de chuvas máximas em cada trecho das redes de águas pluviais.</p>
<p>Em qualquer caso, as regras obrigam a divulgação dos dados de vazão e qualidade dos efluentes antes e depois do lançamento final, o que não ocorre no Brasil.</p>
<p>Há, ainda, os muitos casos de lançamentos em rios.  Esss lançamentos certamente deveriam ser precedidos de tratamento.  O município de Nova Iguaçu optou por sistemas de tratamento primário descentralizados, com os efluentes sendo conduzidos a um sistema de tratamento secundário, já que diversas estações de tratamento construídas durante a implantação do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (aí não estamos falando de mar aberto) operam, hoje, com 5% ou menos de sua capacidade por falta de implantação dos sistemas de coleta.</p>
<p>Pensar em novas abordagens é uma característica das sociedades de conhecimento.  Um entre muitos exemplos são os sistemas de micro-peneiramento que vêm sendo desenvolvidos e implantados.  Tais sistemas podem ser visualizados na página de um fabricante na internet, com a relação dos países que já os adquiriram (entre outros) e assim se diferenciam da abordagem da engenharia sanitária brasileira em decorrência de diretrizes gerais &#8211; no caso da União Européia &#8211; ou de legislação específica.</p>
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	<item>
		<title>Por: Edilea de Melo</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2007/04/12/emissario-submarino-infringindo-a-lei-e-enganando-os-trouxas/comment-page-1/#comment-56</link>
		<dc:creator>Edilea de Melo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 18:22:29 +0000</pubDate>
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		<description>Moro em Jacarepaguá, na Taquara.  Em 1998, a Prefeitura asfaltou a Vila que moro.  Na ocasião, os moradores foram informados de que deveriam as fossas que existiam dentro dos quintais das casas, que substituidas por  fossas filtro, ficando a promessa de que o destino final seria a rede de esgoto que passa na rua principal.  Os moradores foram informados de que a CEDAE cuidaria dessa parte, nós, os moradores, arcamos com os gastos de todo material necessario, e daquela data em diante o esgoto passou a ser cobrado junto com a água.  No entanto, ao término das obras verificamos que todo o esgoto retirado de dentro das casa estava sendo lancado num rio que corta essa vila.  Ou seja, a própria CEDAe criou uma &quot;vala negra&quot; (que é como os próprios moradores passaram a chamar o rio).  Foram abertas algumas reclamações na CEDAE, nada resolveram.  Hoje passada uma década, estamos - nós moradores - reinvindicando a devolução do que pagamos, com as devidas correções, e a retirada da cobrançaa indevida desse esgoto, até que a CEDAE realmente nos ofereça o que nos foi prometido - novamente, há DEZ ANOS (e não temos alternativa senão pagar, já que o esgoto é cobrado na mesma conta que a água).  Será que continuaremos a ser prejudicados por essa desastrosa CEDAE?  Espero que haja, desta, vez punição para a enganadora CEDAE!

Resposta do autor do blog.

Num país sério, a CEDAE já teria sido multada pelo órgão ambiental, estadual ou municipal.  Mas, aqui, ela continua sendo a maior poluidora dos recursos hídricos, sem prestar contas a ninguém.  Acho que vale procurar o Ministério Público.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Moro em Jacarepaguá, na Taquara.  Em 1998, a Prefeitura asfaltou a Vila que moro.  Na ocasião, os moradores foram informados de que deveriam as fossas que existiam dentro dos quintais das casas, que substituidas por  fossas filtro, ficando a promessa de que o destino final seria a rede de esgoto que passa na rua principal.  Os moradores foram informados de que a CEDAE cuidaria dessa parte, nós, os moradores, arcamos com os gastos de todo material necessario, e daquela data em diante o esgoto passou a ser cobrado junto com a água.  No entanto, ao término das obras verificamos que todo o esgoto retirado de dentro das casa estava sendo lancado num rio que corta essa vila.  Ou seja, a própria CEDAe criou uma &#8220;vala negra&#8221; (que é como os próprios moradores passaram a chamar o rio).  Foram abertas algumas reclamações na CEDAE, nada resolveram.  Hoje passada uma década, estamos &#8211; nós moradores &#8211; reinvindicando a devolução do que pagamos, com as devidas correções, e a retirada da cobrançaa indevida desse esgoto, até que a CEDAE realmente nos ofereça o que nos foi prometido &#8211; novamente, há DEZ ANOS (e não temos alternativa senão pagar, já que o esgoto é cobrado na mesma conta que a água).  Será que continuaremos a ser prejudicados por essa desastrosa CEDAE?  Espero que haja, desta, vez punição para a enganadora CEDAE!</p>
<p>Resposta do autor do blog.</p>
<p>Num país sério, a CEDAE já teria sido multada pelo órgão ambiental, estadual ou municipal.  Mas, aqui, ela continua sendo a maior poluidora dos recursos hídricos, sem prestar contas a ninguém.  Acho que vale procurar o Ministério Público.</p>
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	<item>
		<title>Por: Priscila Kuperman</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2007/04/12/emissario-submarino-infringindo-a-lei-e-enganando-os-trouxas/comment-page-1/#comment-55</link>
		<dc:creator>Priscila Kuperman</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 15:51:00 +0000</pubDate>
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		<description>Maravilha. Vou divulgar. NÃªgo por aÃ­ nÃ£o tem nem idÃ©ia do grau de mentira e falta de informaÃ§Ã£o a que estÃ¡ sujeito.
Â</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maravilha. Vou divulgar. NÃªgo por aÃ­ nÃ£o tem nem idÃ©ia do grau de mentira e falta de informaÃ§Ã£o a que estÃ¡ sujeito.<br />
Â</p>
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