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	<title>Comentários sobre: O IBAMA e o Abraço do Afogado &#8211; O Início do Fim da Truculência</title>
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	<description>meio-ambiente e desenvolvimento</description>
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		<title>Por: Manoel Santos</title>
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		<dc:creator>Manoel Santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 02:15:46 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com a &quot;porrada&quot; no IBAMA no CONAMA.

Entendo o exemplo do uso do pesticida na Alemanha e na Holanda.  Decisões diferentes em função das variáveis presentes e nas políticas desses países.

Também concordo que a legislação para um país com as dimensões do Brasil não pode ser generalizada para todo território, com a sua biodeversidade e interesses geo-políticos.

Quanto a autonomia municipal nos aspectos do licenciamento e fiscalização, só posso dizer que em Cabo Frio não dá.

O Projeto Peró foi orçado em cerca de US$ 650 milhôes (dizem os jornais locais).  Muito dinheiro deve ter sido gasto com  EIA/RIMA para justificar os alegados 60% de áreas degradadas, que em minha opinião não existem.

A Prefeitura, para fazer o licenciamento de cada modulo que irá compor o projeto como um todo, tem apenas 5 técnicos, aí incluído o secretário municipal, e não tem nem R$10,00 para pagar a consultores, (ainda que a Prefeitura de Cabo Frio tenha 14.000 servidores).

E agora como é que ficamos?

***

Resposta do autor:

Os órgãos de meio ambiente estaduais e federais sempre podem intervir se houver indícios de que a legislação estadual ou federal não está sendo cumprida.  E a transferência de poderes tem sido feita por meio de convênios, sem muitas coniderações sobre a capacidade efetiva das prefeituras de agirem.  O artigo comenta apenas que as prefeituras têm o poder constitucional de interferir sem qualquer convênio.  Cabe a elas se equiparem com recursos humanos e materiais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a &#8220;porrada&#8221; no IBAMA no CONAMA.</p>
<p>Entendo o exemplo do uso do pesticida na Alemanha e na Holanda.  Decisões diferentes em função das variáveis presentes e nas políticas desses países.</p>
<p>Também concordo que a legislação para um país com as dimensões do Brasil não pode ser generalizada para todo território, com a sua biodeversidade e interesses geo-políticos.</p>
<p>Quanto a autonomia municipal nos aspectos do licenciamento e fiscalização, só posso dizer que em Cabo Frio não dá.</p>
<p>O Projeto Peró foi orçado em cerca de US$ 650 milhôes (dizem os jornais locais).  Muito dinheiro deve ter sido gasto com  EIA/RIMA para justificar os alegados 60% de áreas degradadas, que em minha opinião não existem.</p>
<p>A Prefeitura, para fazer o licenciamento de cada modulo que irá compor o projeto como um todo, tem apenas 5 técnicos, aí incluído o secretário municipal, e não tem nem R$10,00 para pagar a consultores, (ainda que a Prefeitura de Cabo Frio tenha 14.000 servidores).</p>
<p>E agora como é que ficamos?</p>
<p>***</p>
<p>Resposta do autor:</p>
<p>Os órgãos de meio ambiente estaduais e federais sempre podem intervir se houver indícios de que a legislação estadual ou federal não está sendo cumprida.  E a transferência de poderes tem sido feita por meio de convênios, sem muitas coniderações sobre a capacidade efetiva das prefeituras de agirem.  O artigo comenta apenas que as prefeituras têm o poder constitucional de interferir sem qualquer convênio.  Cabe a elas se equiparem com recursos humanos e materiais.</p>
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		<title>Por: claudia bulcao</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2008/04/16/o-ibama-e-o-abraco-do-afogado-o-inicio-do-fim-da-truculencia/comment-page-1/#comment-161</link>
		<dc:creator>claudia bulcao</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 02:41:27 +0000</pubDate>
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		<description>Não sou conhecedora profunda da área ambiental.  Mas conheco o Ibama pelo vulgo de IH.brama, parte da Republica Absolutista do Brasil.
Estou tomando conhecimento dos ambientalistas há pouco tempo, mas é incontestável que existem vários pesos e muitas medidas.  Uma imobilidade aterradora, já expressa no hino nacional - deitado eternamente em berço explendido...
Falta atitude, coerência.
Estou há alguns  anos preocupada com o que estou vendo.  Acho mesmo que deveríamos fazer um movimento para trocar a frase positivista ORDEM E PROGRESSO por FALA SERIO!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou conhecedora profunda da área ambiental.  Mas conheco o Ibama pelo vulgo de IH.brama, parte da Republica Absolutista do Brasil.<br />
Estou tomando conhecimento dos ambientalistas há pouco tempo, mas é incontestável que existem vários pesos e muitas medidas.  Uma imobilidade aterradora, já expressa no hino nacional &#8211; deitado eternamente em berço explendido&#8230;<br />
Falta atitude, coerência.<br />
Estou há alguns  anos preocupada com o que estou vendo.  Acho mesmo que deveríamos fazer um movimento para trocar a frase positivista ORDEM E PROGRESSO por FALA SERIO!</p>
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		<title>Por: Rodrigo Campos</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2008/04/16/o-ibama-e-o-abraco-do-afogado-o-inicio-do-fim-da-truculencia/comment-page-1/#comment-160</link>
		<dc:creator>Rodrigo Campos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 16:37:23 +0000</pubDate>
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		<description>É, em algumas coisas vc tem razão, mas a forma com vc coloca os órgãos ambientais todos no mesmo saco é muito grave. Qualquer generalização é muito perigosa. Cabe ressaltar q resta apenas 7% de Mata Atlântica, portanto as ações devem ser sim enérgicas, obviamente respeitando os direitos dos proprietários até onde esses direitos não comprometam o meio ambiente.

Em relação aos municípios, os Estados devem sim impor condições para q estes licenciem e fiscalizem. Tem municípios q não tem a menor infra-estrutura e recursos humanos pra isso.

Ecossistemas sem pessoas? Perfeitamente possível, e em muitos casos a melhor alternativa. Sobretudo em unidades de conservação em regiões montanhosas, onde o q restou de floresta é devido à topografia acidentada. Nesse caso é &quot;FORA GENTE&quot;.

Em relação a esse pessoal do judiciário, muitos deles são honestos e competentes. Mas é difícil achar algum humilde. Como eles têm organização, estudaram muito, recebem bons salários, muitos deles, pra mostrar seviço e até aparecer na mídia, só sabe bater nos órgãos ambientais dizendo q não estão cumprindo a lei. Mas vai ver o orçamento das pastas ambinetais nos três níveis em todo o Brasil pra ver se eles tem o necessário pra fazer um serviço bem feito em larga escala...

Concordo com vc no q diz respeito ao Ibama, q deixa muito a desejar em muitos lugares. Mas, mesmo q a atuação deles seja falha, é aquele ditado, ruim com eles, pior sem eles.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, em algumas coisas vc tem razão, mas a forma com vc coloca os órgãos ambientais todos no mesmo saco é muito grave. Qualquer generalização é muito perigosa. Cabe ressaltar q resta apenas 7% de Mata Atlântica, portanto as ações devem ser sim enérgicas, obviamente respeitando os direitos dos proprietários até onde esses direitos não comprometam o meio ambiente.</p>
<p>Em relação aos municípios, os Estados devem sim impor condições para q estes licenciem e fiscalizem. Tem municípios q não tem a menor infra-estrutura e recursos humanos pra isso.</p>
<p>Ecossistemas sem pessoas? Perfeitamente possível, e em muitos casos a melhor alternativa. Sobretudo em unidades de conservação em regiões montanhosas, onde o q restou de floresta é devido à topografia acidentada. Nesse caso é &#8220;FORA GENTE&#8221;.</p>
<p>Em relação a esse pessoal do judiciário, muitos deles são honestos e competentes. Mas é difícil achar algum humilde. Como eles têm organização, estudaram muito, recebem bons salários, muitos deles, pra mostrar seviço e até aparecer na mídia, só sabe bater nos órgãos ambientais dizendo q não estão cumprindo a lei. Mas vai ver o orçamento das pastas ambinetais nos três níveis em todo o Brasil pra ver se eles tem o necessário pra fazer um serviço bem feito em larga escala&#8230;</p>
<p>Concordo com vc no q diz respeito ao Ibama, q deixa muito a desejar em muitos lugares. Mas, mesmo q a atuação deles seja falha, é aquele ditado, ruim com eles, pior sem eles.</p>
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		<title>Por: Galdino</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2008/04/16/o-ibama-e-o-abraco-do-afogado-o-inicio-do-fim-da-truculencia/comment-page-1/#comment-159</link>
		<dc:creator>Galdino</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 15:01:28 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Luiz, continue firma com o chicote, sem esmorecer o
quixote.

Resposta:

Temos, todos os que se preocupam com problemas sociais, um bocado de quixotes pelo simples fato de sonharmos com um mundo melhor.  Com a diferença de que não atacamos moinhos de vento.....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Luiz, continue firma com o chicote, sem esmorecer o<br />
quixote.</p>
<p>Resposta:</p>
<p>Temos, todos os que se preocupam com problemas sociais, um bocado de quixotes pelo simples fato de sonharmos com um mundo melhor.  Com a diferença de que não atacamos moinhos de vento&#8230;..</p>
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		<title>Por: Galdino</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2008/04/16/o-ibama-e-o-abraco-do-afogado-o-inicio-do-fim-da-truculencia/comment-page-1/#comment-158</link>
		<dc:creator>Galdino</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 14:58:18 +0000</pubDate>
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		<description>Luiz,
Quousque tandem abutere,Ibama, patientia nostra.
Quamdiu etiam iste tuus furor nos eludet?
Madrugo o dia em que possa ver o estado de direito
neste país de imensas e propositadas contradições.
Folgo em saber que existe o Luiz Prado, nesses prados
que o próprio Deus criou e o homem vem destruindo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz,<br />
Quousque tandem abutere,Ibama, patientia nostra.<br />
Quamdiu etiam iste tuus furor nos eludet?<br />
Madrugo o dia em que possa ver o estado de direito<br />
neste país de imensas e propositadas contradições.<br />
Folgo em saber que existe o Luiz Prado, nesses prados<br />
que o próprio Deus criou e o homem vem destruindo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Jeison Alflen</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2008/04/16/o-ibama-e-o-abraco-do-afogado-o-inicio-do-fim-da-truculencia/comment-page-1/#comment-157</link>
		<dc:creator>Jeison Alflen</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 13:57:30 +0000</pubDate>
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		<description>Então seria solução descentralizar a gestão ambiental somente para permitir que se rasgue a legislação? Será que isto é política pública? O IBAMA age no cumprimento da legislação somente porque os Municípios e Estados não o fazem, ponto...

Uma coisa é colocar que se deve adaptar essas leis às realidades locais (ai entra o zoneamento de RO, por exemplo, que, apesar de implantado, tem pouca aplicação prática) outra é querer que os órgãos locais tenham o &quot;direito&quot; de fazer vista grossa aos danos ao meio-ambiente... principalmente quando esse &quot;poder discricionário&quot; da autoridade depende de criar dificuldades apenas para conseguir facilidades (aí lembro do caso da FATMA em SC e da SEMA no MT)...

Respeito sua opinião e concordo com alguns pontos, mas não me venha com a conversa de que se age na irregularidade porque não há outra opção viável... há outras desculpas melhores...

Resposta do autor blog:

O seu comentário parece-me proveniente de uma leitura apressada ou superficial do artigo.  Em primeiro lugar e mais do que tudo, o que o artigo diz é que a legislação ambiental brasileira é ruim mesmo, em muitos de seus aspectos.  E que em matéria de CONSERVAÇÃO generalizar é além de inútil, na prática, perigoso.

Assim, por exemplo, as regras sobre pesticidas na Alemanha tomam em conta parâmetros diferentes daquelas usadas na Holanda.  No primeiro caso, o abastecimento público de água é prioritariamente proveniente da água subterrânea e isso impôs que a meia vida das moléculas dos agro-químicos tenham meia-vida inferior ao tempo que levam para atingir a água nas chuvas máximas.  Já na Holanda, dada a preocupação com a conservação dos solos, a opção original foi por produtos que não mudassem a dinâmica populacional dos micro-organismos, com atenção especial para aqueles fixadores de nitrogênio.  E são países vizinhos.

Ninguém falou em &quot;rasgar as leis&quot;, mas apenas na interpretação que os tribunais têm dado às leis.  Rasgar as sentenças dos tribunais é, para você, uma opção?

Fora isso, não me parece que estados e municípios façam mais &quot;vista grossa&quot; do que o IBAMA que, aliás, no Amazonas já passou para o órgão estadual muitas de suas atribuições.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então seria solução descentralizar a gestão ambiental somente para permitir que se rasgue a legislação? Será que isto é política pública? O IBAMA age no cumprimento da legislação somente porque os Municípios e Estados não o fazem, ponto&#8230;</p>
<p>Uma coisa é colocar que se deve adaptar essas leis às realidades locais (ai entra o zoneamento de RO, por exemplo, que, apesar de implantado, tem pouca aplicação prática) outra é querer que os órgãos locais tenham o &#8220;direito&#8221; de fazer vista grossa aos danos ao meio-ambiente&#8230; principalmente quando esse &#8220;poder discricionário&#8221; da autoridade depende de criar dificuldades apenas para conseguir facilidades (aí lembro do caso da FATMA em SC e da SEMA no MT)&#8230;</p>
<p>Respeito sua opinião e concordo com alguns pontos, mas não me venha com a conversa de que se age na irregularidade porque não há outra opção viável&#8230; há outras desculpas melhores&#8230;</p>
<p>Resposta do autor blog:</p>
<p>O seu comentário parece-me proveniente de uma leitura apressada ou superficial do artigo.  Em primeiro lugar e mais do que tudo, o que o artigo diz é que a legislação ambiental brasileira é ruim mesmo, em muitos de seus aspectos.  E que em matéria de CONSERVAÇÃO generalizar é além de inútil, na prática, perigoso.</p>
<p>Assim, por exemplo, as regras sobre pesticidas na Alemanha tomam em conta parâmetros diferentes daquelas usadas na Holanda.  No primeiro caso, o abastecimento público de água é prioritariamente proveniente da água subterrânea e isso impôs que a meia vida das moléculas dos agro-químicos tenham meia-vida inferior ao tempo que levam para atingir a água nas chuvas máximas.  Já na Holanda, dada a preocupação com a conservação dos solos, a opção original foi por produtos que não mudassem a dinâmica populacional dos micro-organismos, com atenção especial para aqueles fixadores de nitrogênio.  E são países vizinhos.</p>
<p>Ninguém falou em &#8220;rasgar as leis&#8221;, mas apenas na interpretação que os tribunais têm dado às leis.  Rasgar as sentenças dos tribunais é, para você, uma opção?</p>
<p>Fora isso, não me parece que estados e municípios façam mais &#8220;vista grossa&#8221; do que o IBAMA que, aliás, no Amazonas já passou para o órgão estadual muitas de suas atribuições.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tania Parucker</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2008/04/16/o-ibama-e-o-abraco-do-afogado-o-inicio-do-fim-da-truculencia/comment-page-1/#comment-156</link>
		<dc:creator>Tania Parucker</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 00:01:59 +0000</pubDate>
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		<description>Luiz, mais uma vez você fez um golaço de opinião, mandou muito bem. &quot;Quosque tandem abutere patientia nostra?&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz, mais uma vez você fez um golaço de opinião, mandou muito bem. &#8220;Quosque tandem abutere patientia nostra?&#8221;</p>
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		<title>Por: José Cláudio Ururahy</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2008/04/16/o-ibama-e-o-abraco-do-afogado-o-inicio-do-fim-da-truculencia/comment-page-1/#comment-155</link>
		<dc:creator>José Cláudio Ururahy</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 17:07:00 +0000</pubDate>
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		<description>Meu Prezado Amigo,

    Uma vez mais,você foi brilhante.  Na prática, é o que vem ocorrendo neste nosso País, de norte a sul. Não sei quando ou se um dia a gestão ambiental vai funcionar com um mínimo de racionalidade.  Espero que sim, mas a essas alturas essa hipótese parece tão remota que só posso dizer &quot;quem viver verá&quot;.

      Um abraço fraterno!

      Ururahy.


Resposta do autor,

Meu caro Ururahy - Com a sua notória competência e já tendo ocupado altos cargos no IBAMA, você bem sabe que a gestão ambiental nesse órgão, como em outros e até em boa parte do  MP, tornou-se um misto de bandeira político-partidária e eleitoral, burocracia burra e lerda do tipo INSS, e puro business.  Não há no horizonte sequer vagos indícios de mudança para melhor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu Prezado Amigo,</p>
<p>    Uma vez mais,você foi brilhante.  Na prática, é o que vem ocorrendo neste nosso País, de norte a sul. Não sei quando ou se um dia a gestão ambiental vai funcionar com um mínimo de racionalidade.  Espero que sim, mas a essas alturas essa hipótese parece tão remota que só posso dizer &#8220;quem viver verá&#8221;.</p>
<p>      Um abraço fraterno!</p>
<p>      Ururahy.</p>
<p>Resposta do autor,</p>
<p>Meu caro Ururahy &#8211; Com a sua notória competência e já tendo ocupado altos cargos no IBAMA, você bem sabe que a gestão ambiental nesse órgão, como em outros e até em boa parte do  MP, tornou-se um misto de bandeira político-partidária e eleitoral, burocracia burra e lerda do tipo INSS, e puro business.  Não há no horizonte sequer vagos indícios de mudança para melhor.</p>
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