A Prefeitura do Rio Trabalhando Para Enfeiar a Cidade – Making Rio Ugly

A Prefeitura do Rio de Janeiro deve ter um “Serviço de Enfeiamento do Patrimônio Arquitetônico e das Paisagens” para colocar na Vista Chinesa, dentro do Parque Nacional da Floresta da Tijuca, lixeiras tão horrorosas e pouco eficientes como as que foram introduzidas na cidade pelo ex-prefeitículo Cesar Maia.

Pouco eficientes porque muito pequenas e mal desenhadas para a colocação ou a retirada do lixo.  E feias demais, em particular pela cor que ofende,  no caso, a estupenda paisagem (além de enfeiar o dia a dia dos cidadãos e visitantes – dizem até que esse uso da cor causa câncer de retina.

Vista Chinesa
A Vista Chinesa aos Olhos da Prefeitura do Rio de Janeiro
Agora que a Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro resolveu trocar as feias lixeiras já ali instaladas há alguns anos por outras igualmente feias – a feiúra reluzente -, talvez essas imagens ajudem alguma área do poder pública encarregado do patrimônio histórico a pensar em outro modelo, menos ofensivo ao bom gosto e mais prático.

Publicado por

Luiz Prado

Quando estudante de Economia, já no segundo ano da faculdade, caiu-me nas mãos o relatório Limites para o Crescimento, encomendado pelo Clube de Roma ao MIT. Para quem não sabe, o Clube de Roma era um encontro anual de dirigenes de grandes corporações para dividir mercados. No período anterior, Agnelli propôs que discutissem, também, fontes de suprimento de matérias-primas. Como não tinham as informações, encomendaram o estudo sobre o tema ao MIT. Limites para o crescimento era algo impensável na teoria econômia! - e os economistas ainda continuam medindo o mundo pelo tal crescimento do PIB! Daí para apaixonar-me por recursos naturais foi um pulo. E passei a vida trabalhando sobre o tema.

O que você pensa a respeito?