Estocagem de vento e lerdeza na gestão do setor elétrico

Durante algum tempo, a turma se divertiu com as falas sem nexo de Dilma Roussef.  Numa delas, abaixo, a ex-uma porção de coisas – presidente, secretária de energia do governo do Rio Grande do Sul, ex-ministra da Energia, etc, fala em “estocagem do vento”.  Se tivesse tido ou ouvido assessores mais interessados em informá-la sobre avanços tecnológicos e alternativas de estocagem – não dos vendos, mas da água nos reservatórios de hidrelétricas, Dilma teria evitado esse constrangimento.

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A Índia comprova a viabilidade de barcas solares de passageiros

O estado de Kerala, na Índia, comprovou a viabilidade técnica e econômica de embarcações solares, com redução de 97% nos custos operacionais de embarcações de transporte público com capacidade para 75 passageiros sentados.

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Aumentando a eficiência do setor elétrico brasileiro, enfim…. e ainda lentamente

Com o atraso que é peculiar ao setor público brasileiro, a ANEEL aprovou Resolução que permitirá a todos os consumidores – mesmo os residenciais – a deslocarem o seu consumo para fora dos horários de pico, quando a eletricidade é mais cara.

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A energia solar pode abastecer o mundo e o Brasil precisa acelerar o passo

Mehran Moalem, professor de Berkeley, PhD, especialista em materiais nucleares e no ciclo dos combustíveis nucleares, afirmou recentemente que “a despeito de de sua especial dedicação por essas áreas, é difícil defendê-las; e aqui está a matemática simplificada por trás dessa percepção”:

“O uso total de energia em 2015 – originada do carvão, petróleo, hidroelétricas, nuclear e renováveis – foi de 13 bilhões de toneladas equivalentes de petróleo, ou 17,3 TW de fluxo contínuo de energia durante o ano (1 TW = 1 milhão de MW).

“Se cobrirmos uma área do planeta com 335 X 335 Km com painéis solares, até mesmo de eficiência moderada, facilmente alcançáveis atualmente, é possível alcançar a produção de 17,4 TW.  Isso significa que 1,2% da área total do deserto do Saara é suficiente para atender à demanda global de energia por mais de 12 horas por dia (algo como 1 milhão de km²).”

Essa é uma área pouco inferior à área total do polígono das secas (segundo relatório do ministério da Integração Nacional, página 36).

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O Chile dispara na energia solar e os preços da eletricidade caem

O Chile adotou uma política inovadora no campo da geração de energia: em leilões abertos, qualquer fonte concorre com qualquer outra fonte.  Uma concepção bem diferente da brasileira, na qual o poder público faz leilões periódicos para a aquisição de energia de cada fonte, mas não larga o osso das hidrelétricas de grande interesse das empreiteiras.

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