Ministério de Meio Ambiente – Questões em aberto

As questões ligadas à gestão federal de meio ambiente continuam amplamente em aberto às vésperas da posse da nova administração federal.  Entendem-se, em linhas gerais, que se deseja uma desburocratização e o abuso de poderes desnecessários que caracterizam a máquina estatal que se nutre de si mesma, de ampliar as suas atribuições em detrimento da cidadania, do interesse público e da nação.

Sem missão, atribuições e metas claras, nem mesmo na inciativa privada as coisas funcionam.  Aonde a sua empresa gostaria de estar dentro de cinco anos? – é uma pergunta clássica anglo-saxã para novas empresas.  Aqui, os órgãos governamentais perderam até mesmo o mínimo de “espirito público”.

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Sobre a necessidade de restruturação da gestão ambiental no Brasil

A questão da incorporação ou não do ministério do Meio Ambiente a outro ministério não deve ser discutida com o fígado, e nem pode ser subestimada como simples expressão do desejo de reduzir o número de ministérios.  Para iniciar, sempre é bom dizer que MMA nunca foi lá muito bem sucedido na gestão ambiental e acabou criando uma quantidade enorme de penduricalhos.  O fato é que não se tem notícias de avanços ambientais significativos no Brasil, exceto na criação de unidades de conservação… que permanecem sem regularização fundiária e sem infraestrutura para o recebimento de visitantes.

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Shell reconhece que capitais estão fugindo do petróleo – Petrobras insiste em cobrir rombos da roubalheira e da má gestão

Avança o movimento internacional pelo “desinvestimento” na área de combustíveis fósseis, que já levou alguns dos maiores fundos de pensão e até mesmo fundos soberanos do mundo a anunciarem que não colocariam mais dinheiro nesse tipo de fonte de energia.

Pela primeira vez, uma grande petroleira – a anglo-holandesa Shell – reconheceu, em seu Relatório Anual, que essa fuga de capitais é preocupante.  Além dele, o crescente número de processos judiciais de todos os tipos, incluindo por sonegação de informações sobre os riscos dos investimentos em energias fósseis resultantes das mudanças climáticas.

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O triste congresso nacional (com minúsculas) e o mito da regulamentação de tudo

A câmara dos deputados prepara-se para votar, novamente, algum tipo de regulamentação dos aplicativos de transporte de automóveis.  Evidentemente, é apenas mais uma imbecilidade na disputa entre a máfia dos táxis comuns e os grupos que controlam esses aplicativos.  A obsessão regulatória já tem um custo demasiadamente elevado para o Brasil: tomada de três pinos, passaporte com validade de apenas 4 anos, exigência de certidão de nascimento e uma pilha de outros documentos para a renovação do passaporte (supondo-se que ao se tirar o primeiro, a pessoa já provou à PF que nasceu), e por aí afora.

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Telhas solares – Um grande avanço que custará a chegar ao Brasil

A Tesla, certamente uma das empresas mais inovadoras do mundo, acaba de divulgar o comparativo dos preços de vários tipos de telhado com as suas novas telhas que produzem energia solar fotovoltaica.  Esses preços não incluem a energia a ser gerada ao longo do tempo (trazida ao valor presente.  Ou seja, é mais barato já fazer uma nova casa ou fazer um reparo significativo no telhado com essas novas telhas.

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