Começa a cair a máscara da política do pânico relacionada ao coronavírus

A Universidade de Stanford conduziu um primeiro https://www.latimes.com/california/story/2020-04-17/coronavirus-antibodies-study-santa-clara-county que mostra que o número de pessoas contagiadas em Santa Clara pode ser entre 50 e 85 vezes os números oficiais (aqui, os trechos sublinhados levam aos links).

Em palavras simples, pela primeira vez foi medido o número de pessoas que têm os anticorpos mas não a “doença”.  Afinal, os cientistas que não surfam no pânico, na vacina, nas aparentemente altas taxas de mortalidade – sempre afirmaram que cerca de 80% das pessoas contaminadas seriam assintomáticas.  Mas essa informação foi jogado para debaixo do tapete.  Afinal, se considerados esses números, as taxas de mortalidade caem vertiginosamente e muita gente poderá voltar ao trabalho.

Diante dos resultados de Stanford, a paquidérmica OMS protestou e disse que não há garantias de que essas pessoas já estão imunizadas, ainda que apresentem os anticorpos.

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Witzel e Crivella estão se lixando para o saneamento

Em concessões onerosas, o que vai para o caixa da poder público deixa de ser investido no setor.  Esse é o X do problema na “privatização” da Cedae, seja lá qual for o modelo adotado (no caso, melhor seria dizer fatiamento)..

Há cerca de 2- 3 anos, governo federal fez o BNDES emprestar dinheiro para o governo do estado do Rio de Janeiro  dando como garantia as ações da Cedae.  Foi um ação puramente política e de “contabilidade criativa”, já que ninguém sabia quanto valiam as ações da da empresa estadual de saneamento.

E como o BNDES não teve a decência de exigir sequer a diretoria financeira da empresa no período em que deteve R$ 3,5 bilhões do dinheiro público em ações da empresa, perdeu imensa oportunidade de melhorar o seu desempenho e de minimizar a sangria.

Agora, aproxima-se a data da liquidação da dívida e o BNDES afirma ter um “modelo” de privatização” que quase certamente é puramente financeiro, sem envolver aspectos fundamentais de engenharia, tecnologia, potencial recuperação de perdas, ou mesmo da avaliação de ativos (depreciação e necessidade de substituição das redes, por exemplo).

Não houve uma due diligence de engenharia e, se bobear, esses caras vão para a licitação com o prazo mínimo previsto na lei, 180 dias!  Aí só participa quem estiver tendo acesso a informações privilegiadas.

Mas Witzel e Crivella já começaram a disputar um naco da bufunfa das concessões onerosas que excedam o valor da dívida.  Nenhum dos dois está realmente interessado em saneamento.  Como nunca estiveram.

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Marco regulatório do saneamento e mercados cativos – Carta aberta a Paulo Guedes e Tarcísio Gomes – II

Na forma proposta preliminarmente, a mera privatização / concessão à iniciativa privada de áreas hoje cativas da Cedae mas que seria obrigadas a comprar água da empresa estadual pode ser dificultada (a) pelo inexistência de uma auditoria técnica sobre a capacidade da empresa de fornecer água nas quantidades e na qualidade previamente especificadas ao longo dos prazos das concessões e (b) pelo preço que se pretenda cobrar por essa água.

A experiência da disputa original sobre o tema com a Águas de Niterói merece ser revisitada.  Da mesma maneira, as alternativas oferecidas pela Cedae às indústrias do Distrito Industrial de Santa Cruz e arredores durante a última “crise hídrica”, todas mal sucedidas são excelentes indícios de incompetência ou grande limitações técnicas, além da percepção de que é possível abusar dos clientes cativos.  Não foi diferente a proposta para abastecer o Polo Petroquímico do Rio de Janeiro e, pior ainda, o delírio de usar água de reuso da Estação de Tratamento de Alegria a ser bombeada pelo fundo da Baía de Guanabara.

Os eventos recentes com o fornecimento de água de péssimo sabor e odor foi um bom alerta.  E a cúpula do INEA mente quando diz que a ocupação das margens dos rios é de competência municipal (apenas para tirar o corpo fora, já que essa não é a única e nem sequer a principal causa do problema.  Os reservatórios estão abandonados, o rio Paraíba do Sul já chega muito poluído de São Paulo,

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Petróleo na costa do Nordeste – Um novo tipo de terrorismo

Os laboratórios brasileiros de referência já comprovaram que o petróleo que atingiu as praias do Nordeste é de origem venezuelana.  O alto comando da Marinha, que fez o anúncio formal, ainda se mostra, compreensivelmente,  cauteloso quanto às possíveis origens da ocorrência.  Não fala em acidente, mas tampouco na alternativa do bombeamento intencional do petróleo para águas mais profundas ou de média profundidade, em qualquer caso com o navio em movimento ao longo da costa.

Com o navio se deslocando porque não há um ponto onde esteja ocorrendo ou tenha ocorrido o vazamento, como demonstra a distribuição de pequenas quantidades ao longo de uma extensa área costeira.  Em decorrência, essa hipótese, levantada no artigo anterior deste blog, está descartada.

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Petróleo na costa do Nordeste

Um vazamento de petróleo na Venezuela atingir a costa brasileira parece algo altamente improvável, já que isso seria facilmente detectável por satélites e as correntes equatorianas não favorecem essa ocorrência.

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