Governo do Rio de Janeiro – O estado anacrônico, contraprodutivo e refém dos bancos

Os servidores da ativa ou aposentados do Governo do Estado do Rio de Janeiro devem fazer a comprovação de vida mediante comparecimento físico às agências bancárias, munidos de vários documentos otários, exceto se a instituição financeira optar pelo caminho óbvio: a movimentação de conta usando as digitais.

Entre os documentos, um comprovante de residência que talvez possa ser útil para fins eleitorais.

Ora, parte-se do princípio elementar de que se alguém realizou alguma movimentação financeira usando máquinas de auto-atendimento com reconhecimento das digitais, esse alguém está vivo.  E que o banco sabe o seu CPF e seu endereço, já que os CPFs cancelados pela receita federal bloqueiam as contas bancárias.

Então, como assim?  É a instituição financeira que decide se a vida das pessoas será mais ou menos complicada, com o grau de chatice envolvido num procedimento tão simples?

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Buurtzorg – Dando poder aos profissionais de saúde para concentrar-se nas necessidades das comunidades

Uma abordagem inovadora adotada pela Holanda já demonstrou um alto potencial para dinamizar o atendimento no sistema público de saúde.  A história da organização que recebeu o nome de Buurtzorg originou-se da insatisfação e do desejo de um pequeno grupo de enfermeiras holandesas de melhorar os serviços de atendimento domiciliar (home care) no país.  A partir daí constitui-se uma organização mais simples, acessível, apoiada numa plataforma tornada possível pela tecnologia da informação (TI).  Os resultados foram impressionantes: uma redução de 40% nos custos e de 50% no tempo dispendido com os atendimentos.

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