<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Luiz Prado Blog &#187; Transgênicos</title>
	<atom:link href="http://www.luizprado.com.br/category/transgenicos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.luizprado.com.br</link>
	<description>meio-ambiente e desenvolvimento</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 19:13:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Código Florestal e Pressões do Agronegócio dos EUA: Florestas Aqui, Empregos Lá</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2011/09/06/codigo-florestal-e-pressoes-do-agronegocio-dos-eua-florestas-aqui-empregos-la/</link>
		<comments>http://www.luizprado.com.br/2011/09/06/codigo-florestal-e-pressoes-do-agronegocio-dos-eua-florestas-aqui-empregos-la/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 03:26:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentos e Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Sócio-Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Alimentar e Energética]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizprado.com.br/?p=889</guid>
		<description><![CDATA[Quando ficou claro que a administração Obama sonhava com o estabelecimento de limites para as emissões de gases causadores de mudanças climáticas, o agronegócio negócio norte-americano aproveitou os temores dos maiores responsáveis por tais emissões &#8211; geradores de energia, petroleiras, indústrias &#8211; e desencadeou forte campanha pela defesa das florestas tropicais, em particular no Brasil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando ficou claro que a administração Obama sonhava com o estabelecimento de limites para as emissões de gases causadores de mudanças climáticas, o agronegócio negócio norte-americano aproveitou os temores dos maiores responsáveis por tais emissões &#8211; geradores de energia, petroleiras, indústrias &#8211; e desencadeou forte campanha pela defesa das florestas tropicais, em particular no Brasil.  Essa campanha envolveu abertamente uma ONG de lá com atuação aqui, e talvez outras de forma mais discreta.</p>
<p>Ninguém com um mínimo de bom senso acredita que o agronegócio norte-americano esteja ou tenha estado em qualquer momento interessado em florestas de qualquer tipo e, ainda menos, num país distante.  Ou na biodiversidade, ou nas mudanças climáticas.  Mas&#8230; por que o Brasil?</p>
<p>Por uma razão simples, demasiadamente simples: o temor da concorrência com os produtos agropecuários brasileiros!  Eles querem a abertura do mercado brasileiro para os seus produtos de alta tecnologia mas fecham os seus mercados para as &#8220;commodities&#8221; agrícolas como o algodão e o etanol.</p>
<p>O uso de &#8220;cotas&#8221; e sobretaxas para atingir esses objetivos espúrios é o &#8220;normal&#8221; norte-americano &#8211; e o Brasil que se vire na Organização Mundial do Comércio (OMC), cujas decisões, de toda forma, não são lá muito respeitadas pelos EUA.</p>
<p>Essa campanha farsante incluiu a confecção e o envio para os congressistas de um vídeo curto sobre os riscos e potencias prejuízos para o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hNAFL8dyZ0U">agribusiness dos EUA</a> diante do crescimento das exportações brasileiras.  Essa peça publicitária usada para que o Congresso norte-americano não aprovasse lei contendo metas de redução das emissões de CO já foi mostrada neste blog, mas no atual momento vale relembrar essas raízes da mentira.</p>
<p>Com a muita grana e descaramento dessa turma, não é de se admirar que tenham crescido os recursos financeiros para ONGs de lá com <em>franchises</em> aqui acirrarem campanhas mentirosas contra o trabalho que vem sendo feito pelo Congresso Nacional em relação ao nunca votado &#8220;código florestal&#8221; (que não é código de coisa alguma, mas um fuxico de conceitos abstratos e mal costurados).  Afinal, é tão fácil capturar o imaginário de adolescentes e jovens urbanos que nada conhecem da produção de alimentos e menos ainda de conservação de solos ou de recursos hídricos.</p>
<p>Com a derrota final das proposta de Obama no Congresso dos EUA, esse apoio ao lobby feito no Brasil deveria ter-se reduzido.  Mas as pressões continuaram porque a posição brasileira na produção agropecuária internacional continua a ameaçar os interesses da produção de alimentos lá altamente subsidiada e consumidora de combustíveis fósseis.</p>
<p>De fato, os pecuaristas norte-americanos desencadearam <a href="http://www.beefpoint.com.br/cadeia-produtiva/giro-do-boi/eua-produtores-tentam-vetar-carne-bovina-do-brasil-74297n.aspx">nova ofensiva</a> para contingenciar a exportação de carne brasileira.  Alegam aftosa, doença da vaca louca, qualquer mentira &#8211; e até que o gado provem de áreas desmatadas ilegalmente.  Logo eles, que têm a mais antiquada e menos sustentável produção pecuária do mundo: <span style="text-decoration: underline;">10 calorias de petróleo por caloria de alimento produzida</span>.  Uma carne vagabunda, de gado criado em grandes campos de concentração, alimentado com milho, soja, hormônios e antibióticos.  Querem manipular o preço da soja mas não querem qualquer valor agregado fora de lá.</p>
<p>E financiam ONGs &#8220;ambientalistas&#8221;.  Os impostores, é como deveriam ser conhecidos.  Não é essa a agropecuária que queremos!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luizprado.com.br/2011/09/06/codigo-florestal-e-pressoes-do-agronegocio-dos-eua-florestas-aqui-empregos-la/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Mentira Certificada e o Jogo da Enganação</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2008/03/03/a-mentira-certificada-e-o-jogo-da-enganacao/</link>
		<comments>http://www.luizprado.com.br/2008/03/03/a-mentira-certificada-e-o-jogo-da-enganacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 19:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência Energética]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente - Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizprado.com.br/2008/03/03/a-mentira-certificada-e-o-jogo-da-enganacao/</guid>
		<description><![CDATA[Acordos negociados ao longo de muito anos para flexibilizar as regras da aviação internacional entram em vigor neste mês e permitirão uma explosão dos vôos entre a Europa e os Estados Unidos, com passagens muito mais baratas.  Especialistas britânicos estimam em 200 novas partidas diárias só dos aeroportos da Inglaterra a partir de abril de 2008.    Com isso, o blá-blá-blá dos países ditos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordos negociados ao longo de muito anos para flexibilizar as regras da aviação internacional entram em vigor neste mês e permitirão uma explosão dos vôos entre a Europa e os Estados Unidos, com passagens muito mais baratas.  Especialistas britânicos estimam em 200 novas partidas <strong>diárias </strong>só dos aeroportos da Inglaterra a partir de abril de 2008.   </p>
<p>Com isso, o blá-blá-blá dos países ditos desenvolvidos sobre a importância do Brasil preservar as florestas amazônicas <em>em prol do bem comum da humanidade</em> já se tornaram piadas.  Fica comprovado que esse tipo de discurso serve mesmo é para desviar a atenção de seus cidadãos para as próprias responsabilidades.</p>
<p>Aos fatos.  Em 2005, um estudo do Centro Tyndall de Pesquisa em Mudanças Climáticas (<a href="http://www.tyndall.ac.uk/">www.tyndall.ac.uk</a>) mostrou que se o uso do transporte aéreo pelos ingleses continuasse a crescer no ritmo dos anos anteriores o aumento das emissões decorrente seria mais do que suficientes para neutralizar o conjunto de reduções alcançadas pelo país em todas as outras áreas até 2050.  Nos cálculos, foram consideradas a adoção de novas fontes de energia e os programas de eficiência energética.</p>
<p>O estudo, que se estende a outros países da União Européia e aos EUA, pode ser baixado em <a href="http://www.tyndall.ac.uk/publications/working_papers/wp84.pdf">www.tyndall.ac.uk/publications/working_papers/wp84.pdf</a>.</p>
<p>Mas nenhum alerta desse tipo, mesmo proveniente dos mais sérios centros de pesquisa científica, vai frear os projetos de expansão de aeroportos europeus e norte-americanos, bem como todo um conjunto de medidas para tornar os vôos mais acessíveis.  Estima-se que até o final de março, com a nova política de Céus Abertos (Open Skyes), o número de vôos transatlânticos partindo só do aeroporto de Heathrow aumente em cerca de 25%, com 524 novos vôos por mês.</p>
<p>Nada diferente dos movimentos de direitos humanos inglêses e norte-americanos que silenciaram diante do genocídio e das atrocidades cometidas pelos invasores do Iraque sedentos de petróleo, ou das torturas em Guantánamo, mas discursam sobre as condições dos presídios no Brasil.</p>
<p>Se esse é o caminho predileto de nações ditas civilizadas e o Brasil entra no jogo, então, prevalece a <em>mentira certificada</em> já denunciada pelo divertidíssimo grupo também inglês  cuja página na internet merece ser revista &#8211; <a href="http://www.cheatneutral.com/">www.cheatneutral.com</a>.   A gente faz de conta que impede o desmatamento na Amazônia com um belo e dispendioso jogo de cena envolvendo numerosas forças policiais e os países altamente industrializados fingem que vão mudar os seus estilos de vida do qual resultam abundantes emissões de gases causadores de mudanças climáticas.</p>
<p>***</p>
<p>Evidentemente, a mentira de lá não justifica a daqui.  O governo brasileiro não tem um projeto estratégico para as florestas amazônicas e nem para o Cerrado.  Na verdade, não tem um conjunto de políticas ambientais consistentes, mas apenas um conjunto de restrições das quais são excluídas as grandes mineradoras, hidrelétricas e outros poderosos, além favelados e assentados. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luizprado.com.br/2008/03/03/a-mentira-certificada-e-o-jogo-da-enganacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Monsanto &#8211; Alerta aos Agricultores Brasileiros</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2007/08/06/monsanto-alerta-aos-agricultores-brasileiros/</link>
		<comments>http://www.luizprado.com.br/2007/08/06/monsanto-alerta-aos-agricultores-brasileiros/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2007 18:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizprado.com.br/2007/08/06/monsanto-alerta-aos-agricultores-brasileiros/</guid>
		<description><![CDATA[Quando se inicou o contrabando e o plantio ilegal de sementes transgÃªnicas de soja, as associaÃ§Ãµes civis interessadas no tema deixaram de lado uma questÃ£o bastamte simples: por que o governo nÃ£o deu diretrizes claras Ã EMBRAPA para desenvolver uma semente de soja com caracterÃ­sticas iguais ou semelhantes para impedir que os agricultores brasileiros se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se inicou o contrabando e o plantio ilegal de sementes transgÃªnicas de soja,  as associaÃ§Ãµes civis interessadas no tema deixaram de lado uma questÃ£o bastamte simples: <strong>por que o governo nÃ£o deu diretrizes claras Ã  EMBRAPA para desenvolver uma semente de soja com caracterÃ­sticas iguais ou semelhantes para impedir que os agricultores brasileiros se tornassem refÃ©ns e tivessem que pagar pedÃ¡gio a uma empresa estrangeira</strong>.  Afinal, o Brasil Ã© um dos maiores produtores mundiais de soja!  Ao contrÃ¡rio, o governo nÃ£o apenas fez uma legalizaÃ§Ã£o retroativa de uma atividade criminosa mas tambÃ©m permitiu que a Monsanto instalasse sistemas de amostragem da soja na entrada de alguns portos, ainda nos caminhÃµes, antes do embarque, para cobrar o seu &#8220;pedÃ¡gio&#8221;.  Com a Ãºnica resistÃªncia do governador Roberto RequiÃ£o, do ParanÃ¡, o governo comportou-se como se a proibiÃ§Ã£o ou a exigÃªncia de estudos rigorosos sobre os transgÃªnicos fossem sinÃ´nimos de &#8220;atraso cultural&#8221;, com inevitÃ¡veis prejuÃ­zos para a agro-indÃºstria brasileira.  A tese sempre foi incompatÃ­vel com o que vinha acontecendo nos paÃ­ses sÃ©rios.  E agora, mais ainda!</p>
<p>Assim, por exemplo, jÃ¡ ao final dos anos 90, a Ãustria invocou medidas de salvaguarda nacional para proibir as variedades de milho Mon810 e T25, da Monsanto, com base na falta de estudos conclusivos sobre o &#8220;efeito nÃ£o intencional&#8221; dessas variedades de organismos geneticamente modificados (OGMs) sobre os &#8220;organismos nÃ£o visados&#8221;.  Em palavras simples, <strong>um nÃºmero bem maior de insetos poderia ser negativamente afetado pelo Mon810</strong> e a avaliaÃ§Ã£o do potencial alergÃªnico dessas variedades nÃ£o era suficiente por desconsiderar a absorÃ§Ã£o por vias respiratÃ³rias.</p>
<p>Essas incertezas persistiram atÃ© recentemente e, ao final de abril de 2007, quando a &#8220;crise&#8221; na produÃ§Ã£o de mel nos EUA jÃ¡ havia se tornado parte do noticiÃ¡rio internacional em decorrÃªncia da queda na populaÃ§Ã£o de abelhas, a Alemanha resolveu proibir o mesmo Mon810.  Isso depois de 10 anos da autorizaÃ§Ã£o da UniÃ£o EuropÃ©ia para a comercializaÃ§Ã£o dessa variedade.  O argumento foi a necessidade de um plano de monitoramento mais abrangente e sofisticado, envolvendo espÃ©cies locais e seres humanos, que jÃ¡ havia sido solicitado Ã  Monsanto.  Nos paÃ­ses sÃ©rios, a revisÃ£o de posiÃ§Ãµes antes consideradas consolidadas nÃ£o Ã© considerada um sinal de &#8220;atraso cultural&#8221;, de erros polÃ­ticos e, ainda menos, demonstraÃ§Ã£o de falta de competÃªncia cientÃ­fica.  Ao contrÃ¡rio, Ã© um sinal de maturidade!  E &#8220;meio ambiente&#8221; Ã© outra coisa, diferente do que as &#8220;autoridades ambientais&#8221; fazem &#8211; e, mais frequentemente, falam mais do que fazem &#8211; aqui.</p>
<p>Agora, ao final de julho de 2007, o Ã³rgÃ£o norte-americano de patentes e marcas &#8211; conhecido pela sigla USPTO &#8211; aceitou um pedido para <strong>reavaliar pedidos de patentes de</strong> <strong>soja transgÃªncia da mesma Monsanto</strong>.  Tais patentes foram usadas com frequÃªncia pela empresa para conseguir a condenaÃ§Ã£o judicial de agricultores que haviam reproduzido e plantado sementes conhecidas como RR (Roundup Ready, variantes da soja que resistem ao herbicida vedete da prÃ³pria Monsanto).  Estima-se que nesses processos judiciais a Monsanto conseguiu indenizaÃ§Ãµes totais de cerca de US$ 15 milhÃµes, com mÃ©dia  a US$ 400 mil por processo, <strong>levando inÃºmeros produtores Ã  falÃªncia</strong>.  Os processos judiciais sÃ£o parte de uma estratÃ©gia da Monsanto para &#8220;desencorajar&#8221; a reproduÃ§Ã£o das sementes por ela produzidas para plantio nos anos subsequentes.  Na Europa, uma diretriz de 1998, reconhece e protege esse &#8220;privilÃ©gio dos fazendeiros&#8221;, direito elementar mas que se encontra ameaÃ§ado pela introduÃ§Ã£o dos OGMs.</p>
<p>A Monsanto tem atÃ© o final de setembro para responder Ã s questÃµes colocadas pelo USPTO.  A FundaÃ§Ã£o de Patentes PÃºblicas &#8211; PubPat &#8211; <a href="http://www.pubpat.org/">www.pubpat.org</a> -, que assumiu a defesa dos agricultores, informou que esse tipo de procedimento de revisÃ£o resultou, historicamente, na revogaÃ§Ã£o ou na modificaÃ§Ã£o de 2/3 das patentes, jÃ¡ que o USPTO sÃ³ aceita a revisÃ£o com base em elementos de convicÃ§Ã£o nÃ£o considerados anterioremente.</p>
<p>Um diretor da PubPat afirmou que a sua organizaÃ§Ã£o <strong>&#8220;espera que seja esse o princÃ­pio do fim dos desgastes causados ao pÃºblico pela Monsanto com base na utilizaÃ§Ã£o agressiva dessas patentes, que ameaÃ§am a agricultura familiar e a diversidade agro-alimentar norte-americana&#8221;</strong>.  E note-se que nÃ£o se trata de um questionamento com base em argumentos ambientais ou de saÃºde humana, mas relacionado aos limites e ao uso abusivo dos direitos de propriedade intelectual.</p>
<p>JÃ¡ que aqui o governo permanece onde sempre esteve, essa Ã© uma boa oportunidade para a <strong>ConfederaÃ§Ã£o Nacional da Agricultura</strong> (CNA) e das federaÃ§Ãµes estaduais da agricultura mais independentes, da <strong>ConfederaÃ§Ã£o Nacional dos Trabalhadores na Agricultura</strong> (CONTAG) e de suas similares estaduais, da <strong>ComissÃ£o Pastoral da Terra</strong> (CPT) e de outras organizaÃ§Ãµes que se posicionam &#8211; ou deveriam se posicionar &#8211; em defesa dos interesses dos produtores agrÃ­colas <strong>brasileiros</strong> acompanharem esse processo e se prepararem para iniciativas similares.</p>
<p>***</p>
<p>Este blog nÃ£o tem qualquer relaÃ§Ã£o com a pÃ¡gina sobre meio ambiente da Abril.  Esta Ãºltima tem objetivos fundamentalmente comerciais, e segue a linha da Globo, esforÃ§ando-se para dar uma visÃ£o positiva do mundo.  Tipo Jornal Nacional: &#8220;morreram 100.000 apÃ³s a invasÃ£o do Iraque pelos norte-americanos, os furacÃµes aumentaram muito, mas a menina pobre realizou o seu sonho de princesa&#8221;.  Ao criar uma Ã¡rea chamada Blogsfera bem abaixo de um tÃ­tulo em caracteres maiores &#8211; Blogs do Planeta SustentÃ¡vel -, essa pÃ¡gina dÃ¡ a impressÃ£o &#8211; certamente intencional &#8211; de que todos os ali referidos trabalham para o Blog da Abril.  NÃ£o trabalham.  E frequentemente discordam de maneira frontal dessa tentativa de passar aos leitores uma visÃ£o de que tudo se resolverÃ¡ pela criatividade humana.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luizprado.com.br/2007/08/06/monsanto-alerta-aos-agricultores-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

