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	<title>Comentários sobre Luiz Prado Blog</title>
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	<description>meio-ambiente e desenvolvimento</description>
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		<title>Comentário sobre Código Florestal X Cristo Redentor por Ciro Siqueira</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2010/03/02/codigo-florestal-x-cristo-redentor/comment-page-1/#comment-456</link>
		<dc:creator>Ciro Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:04:07 +0000</pubDate>
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		<description>É isso aí, Luiz. Se o código florestal valesse quando o Cristo foi construído nós não teriamos uma das maravilha do mundo.

Ciro,

E olha a pérola que é a descrição do trem que dá acesso ao topo do Corcovado:

&quot;Inaugurado em 1884 pelo Imperador D. Pedro II, o Trem do Corcovado já levou Papas, Reis, Príncipes, Presidentes da República, artistas e cientistas.

É também um passeio ecológico. O trem atravessa a maior floresta urbana do mundo: o Parque Nacional da Tijuca, um pedaço da mata atlântica que é considerado um exemplo de preservação da natureza.

E quem viaja pela Estrada de Ferro do Corcovado ajuda a manter a floresta: o trem é elétrico e, por isso, não polui; além disso, parte da arrecadação da bilheteria é destinada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para conservação da mata.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É isso aí, Luiz. Se o código florestal valesse quando o Cristo foi construído nós não teriamos uma das maravilha do mundo.</p>
<p>Ciro,</p>
<p>E olha a pérola que é a descrição do trem que dá acesso ao topo do Corcovado:</p>
<p>&#8220;Inaugurado em 1884 pelo Imperador D. Pedro II, o Trem do Corcovado já levou Papas, Reis, Príncipes, Presidentes da República, artistas e cientistas.</p>
<p>É também um passeio ecológico. O trem atravessa a maior floresta urbana do mundo: o Parque Nacional da Tijuca, um pedaço da mata atlântica que é considerado um exemplo de preservação da natureza.</p>
<p>E quem viaja pela Estrada de Ferro do Corcovado ajuda a manter a floresta: o trem é elétrico e, por isso, não polui; além disso, parte da arrecadação da bilheteria é destinada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para conservação da mata.&#8221;</p>
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		<title>Comentário sobre Código Florestal X Cristo Redentor por Luiz Henrique</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2010/03/02/codigo-florestal-x-cristo-redentor/comment-page-1/#comment-455</link>
		<dc:creator>Luiz Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 13:08:38 +0000</pubDate>
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		<description>Estes Xiitas Ambientaloides me fazem pensar no período da Santa Inquisição, triste período que ocasionou grande atraso para a humanidade, por vários séculos, quem tivesse novas teorias apoiadas em pesquisas cientificas eram queimados na fogueira.
E o Povo dava apoio e aplaudia em praça publica.

Prezado Luiz Henrique,

O movimento ambientalista teve a sua importância e a sua época, mas só no Brasil, onde não são ouvidos órgãos como a EMBRAPA não são ouvidos ainda que detenham a melhor qualificação em sistemas agro-silvo-pastoris na Amazônia, por exemplo.  Marina Silva falava tanto na necessidade da &quot;transversalidade&quot;, isto é, da incorporação das dimensões ambientais nas várias áreas de administração governamental, mas na prática limitou a sua própria proposta ao comportar-se como se as demais áreas do governo tivessem apenas que &quot;obedecer&quot; as diretrizes emanadas do MMA, sem o necesssário diálogo.  Na verdade, a &quot;transversalidade&quot; já se deu há muito - quem entende de mudanças climáticas é o INPE; quem entende de medidas para a contenção da erosão dos solos são os produtores rurais e os órgãos de agricultura do Paraná (IAPAR e EMATER), entre outros.  Mas eles não são ouvidos e tampouco se auto-intitulam &#039;ambientalistas&quot;.  O Serviço de Conservação dos Solos dos EUA foi criado em 1935; as associações de usuários de águas da Alemanha existem desde o inicio do século XX.  Ou seja, a tal da &quot;transversalidade&quot; já ocorre há muito tempo e a gestão dos recursos naturais é descentralizada: nos EUA, a EPA não se mete nos parques nacionais e eles funcionam perfeitamente com base em planos de gestão claramente definidos.  Enfim, os especialistas na gestão de recursos naturais estão em todas as áreas, e não apenas num ministério ou secretaria de estado, que usam a necessidade de proteção da Amazônia como cortina de fumaça para desviar a atenção para o fato de que a poluição dos rios é crescente e ocorre fundametalmente nas cidades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estes Xiitas Ambientaloides me fazem pensar no período da Santa Inquisição, triste período que ocasionou grande atraso para a humanidade, por vários séculos, quem tivesse novas teorias apoiadas em pesquisas cientificas eram queimados na fogueira.<br />
E o Povo dava apoio e aplaudia em praça publica.</p>
<p>Prezado Luiz Henrique,</p>
<p>O movimento ambientalista teve a sua importância e a sua época, mas só no Brasil, onde não são ouvidos órgãos como a EMBRAPA não são ouvidos ainda que detenham a melhor qualificação em sistemas agro-silvo-pastoris na Amazônia, por exemplo.  Marina Silva falava tanto na necessidade da &#8220;transversalidade&#8221;, isto é, da incorporação das dimensões ambientais nas várias áreas de administração governamental, mas na prática limitou a sua própria proposta ao comportar-se como se as demais áreas do governo tivessem apenas que &#8220;obedecer&#8221; as diretrizes emanadas do MMA, sem o necesssário diálogo.  Na verdade, a &#8220;transversalidade&#8221; já se deu há muito &#8211; quem entende de mudanças climáticas é o INPE; quem entende de medidas para a contenção da erosão dos solos são os produtores rurais e os órgãos de agricultura do Paraná (IAPAR e EMATER), entre outros.  Mas eles não são ouvidos e tampouco se auto-intitulam &#8216;ambientalistas&#8221;.  O Serviço de Conservação dos Solos dos EUA foi criado em 1935; as associações de usuários de águas da Alemanha existem desde o inicio do século XX.  Ou seja, a tal da &#8220;transversalidade&#8221; já ocorre há muito tempo e a gestão dos recursos naturais é descentralizada: nos EUA, a EPA não se mete nos parques nacionais e eles funcionam perfeitamente com base em planos de gestão claramente definidos.  Enfim, os especialistas na gestão de recursos naturais estão em todas as áreas, e não apenas num ministério ou secretaria de estado, que usam a necessidade de proteção da Amazônia como cortina de fumaça para desviar a atenção para o fato de que a poluição dos rios é crescente e ocorre fundametalmente nas cidades.</p>
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		<title>Comentário sobre Código Florestal X Cristo Redentor por Daniela Klohck</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2010/03/02/codigo-florestal-x-cristo-redentor/comment-page-1/#comment-454</link>
		<dc:creator>Daniela Klohck</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 13:01:23 +0000</pubDate>
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		<description>Faz alguma proposta então...onde deveriam ser mantidos os regimes de APP e onde deveriam ser liberados? Faltam propostas concretas que não sejam criticas abertas ao Código e sim, um esforço de especificar melhor as áreas explicitadas como de proteção, de forma a acomodar as exceções, como é o caso do Cristo Redentor. Não adianta nada criticar onde o exemplo citado é a exceção e não a regra...

Prezada Daniela - O Cristo Redentor é UMA das excessões.  O plantio de vinhedos em São Gonçalo e de cafezais em Minas Gerais também ocorrem em áreas de &quot;topo de morro&quot; e não são exatamente &quot;excessões&quot;.  Se há necessidade de uma regra geral, essa deve se limitar à definição das áreas sujeitas à erosão com base nas diversas formações geológicas e das medidas tomadas para evitar a erosão através do plantio em curvas de nível e/ou do terraceamento, de maneira a evitar o assoareamento dos rios.  Ela deve fornecer diretrizes e não ser baseada na definição genérica do que é ou não morro em função apenas de sua altura.  Topos de morro foram frequentemente ocupados em toda a Alemanha, no passado, com a construção de fortalezas sem que isso impedisse que esse país se tornasse em referência mundial de gestão ambiental.  Topos de morro foram também ocupados no Brasil - veja-se o Pelourinho e Santa Teresa - sem que isso tenha resultado em impactos ambientais negativos.  Diretrizes mais do que regras estritas para diferentes configurações geológicas, topográficas e outros é uma excelente solução a ser implementada regionalmente.  Até porque, afinal, o que é um morro se não uma mera elevação do terreno?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faz alguma proposta então&#8230;onde deveriam ser mantidos os regimes de APP e onde deveriam ser liberados? Faltam propostas concretas que não sejam criticas abertas ao Código e sim, um esforço de especificar melhor as áreas explicitadas como de proteção, de forma a acomodar as exceções, como é o caso do Cristo Redentor. Não adianta nada criticar onde o exemplo citado é a exceção e não a regra&#8230;</p>
<p>Prezada Daniela &#8211; O Cristo Redentor é UMA das excessões.  O plantio de vinhedos em São Gonçalo e de cafezais em Minas Gerais também ocorrem em áreas de &#8220;topo de morro&#8221; e não são exatamente &#8220;excessões&#8221;.  Se há necessidade de uma regra geral, essa deve se limitar à definição das áreas sujeitas à erosão com base nas diversas formações geológicas e das medidas tomadas para evitar a erosão através do plantio em curvas de nível e/ou do terraceamento, de maneira a evitar o assoareamento dos rios.  Ela deve fornecer diretrizes e não ser baseada na definição genérica do que é ou não morro em função apenas de sua altura.  Topos de morro foram frequentemente ocupados em toda a Alemanha, no passado, com a construção de fortalezas sem que isso impedisse que esse país se tornasse em referência mundial de gestão ambiental.  Topos de morro foram também ocupados no Brasil &#8211; veja-se o Pelourinho e Santa Teresa &#8211; sem que isso tenha resultado em impactos ambientais negativos.  Diretrizes mais do que regras estritas para diferentes configurações geológicas, topográficas e outros é uma excelente solução a ser implementada regionalmente.  Até porque, afinal, o que é um morro se não uma mera elevação do terreno?</p>
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		<title>Comentário sobre Código Florestal X Cristo Redentor por Código Florestal X Cristo Redentor at Luiz Prado Blog &#8211; cristo</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2010/03/02/codigo-florestal-x-cristo-redentor/comment-page-1/#comment-453</link>
		<dc:creator>Código Florestal X Cristo Redentor at Luiz Prado Blog &#8211; cristo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 10:27:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] http://www.luizprado.com.br/2010/03/02/codigo-florestal-x-cristo-redentor/Para aliviar a monotonia de tanta tolice, vale ver algumas lindíssimas fotos do Corcovado antes que [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] <a href="http://www.luizprado.com.br/2010/03/02/codigo-florestal-x-cristo-redentor/Para" rel="nofollow">http://www.luizprado.com.br/2010/03/02/codigo-florestal-x-cristo-redentor/Para</a> aliviar a monotonia de tanta tolice, vale ver algumas lindíssimas fotos do Corcovado antes que [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Zeca Linhares &#8211; Imagens da Baía de Guanabara por yasmin</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2007/10/04/zeca-linhares-imagens-da-baia-de-guanabara/comment-page-1/#comment-102</link>
		<dc:creator>yasmin</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 19:31:40 +0000</pubDate>
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		<description>oi pessoal eu gostei muito das imagens</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi pessoal eu gostei muito das imagens</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Arquitetura Ambiental e Casas Flutuantes &#8211; A Holanda Se Adapta às Mudanças Climáticas por zeca linahres</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2010/02/21/casas-flutuantes-a-holanda-se-adapta-as-mudancas-climaticas/comment-page-1/#comment-451</link>
		<dc:creator>zeca linahres</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 14:07:38 +0000</pubDate>
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		<description>A Amazônia tem palafitas é verdade. São casas flutuantes ou &quot;afundantes&quot;.
O que me preocupa, e muito, é o entorno da baía de Guanabara e a baixada fluminense. Qualquer elevação de centímetros do mar equivale a dezenas de quilômetros inundados, uma catástrofe que deveria ser dimensionada (atualmente).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia tem palafitas é verdade. São casas flutuantes ou &#8220;afundantes&#8221;.<br />
O que me preocupa, e muito, é o entorno da baía de Guanabara e a baixada fluminense. Qualquer elevação de centímetros do mar equivale a dezenas de quilômetros inundados, uma catástrofe que deveria ser dimensionada (atualmente).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Maquiagem Verde: Produtos de Couro Animal X Meio Ambiente (por Raquel Valentini) por Ciro Siqueira</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2010/02/19/maquiagem-verde-produtos-de-couro-animal-x-meio-ambiente/comment-page-1/#comment-450</link>
		<dc:creator>Ciro Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 19:23:33 +0000</pubDate>
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		<description>Taí, Luiz, tu me deste uma idéia. Acho que vou chamar o meu blog de EcoBlog do Código Florestal Brasileiro. Que tal?

Comentário do autor

O artigo é de Raquel Valentini, excelente publicitária.
Acho a idéia ótima, e devemos também começar a denominar as atividades desses ONGs chatas de eco-sacanagens (há ONGs boa, também, mas que não ficam batendo o tambor).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Taí, Luiz, tu me deste uma idéia. Acho que vou chamar o meu blog de EcoBlog do Código Florestal Brasileiro. Que tal?</p>
<p>Comentário do autor</p>
<p>O artigo é de Raquel Valentini, excelente publicitária.<br />
Acho a idéia ótima, e devemos também começar a denominar as atividades desses ONGs chatas de eco-sacanagens (há ONGs boa, também, mas que não ficam batendo o tambor).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Bicicletas Elétricas e Eficiência Energética no Transporte Urbano &#8211; A China Dá o Seu Recado &#8211; III por marsal</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2010/01/10/bicicletas-eletricas-e-eficiencia-energetica-no-transporte-urbano-a-china-da-o-seu-recado-iii/comment-page-1/#comment-432</link>
		<dc:creator>marsal</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 12:40:39 +0000</pubDate>
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		<description>ola luiz
moro em curitiba, nao achei nenhuma opçao de bicicleta eletrica aqui,e as que vi na net eu achei caras.
entrei em um site de importaçao chinesa e vi que tem muitas opcoes, mas é para quem tem loja.
até os kits de conversao para bicicleta eletrica sao menos da metade do preco no ebay
se alguem souber dessas opcoes mais baratas por favor me avise

Comentário do autor do blog,

Pois é, Marsal, as bicicletas elétricas &quot;brasileiras&quot; ainda são caríssimas, já que não há políticas de incentivos tarifários e as políticas ambientais se restringem à discussão do Código Florestal.  Curitiba já foi líder em políticas públicas de transporte e saneamento; agora, ao que parece, essa época de ouro terminou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ola luiz<br />
moro em curitiba, nao achei nenhuma opçao de bicicleta eletrica aqui,e as que vi na net eu achei caras.<br />
entrei em um site de importaçao chinesa e vi que tem muitas opcoes, mas é para quem tem loja.<br />
até os kits de conversao para bicicleta eletrica sao menos da metade do preco no ebay<br />
se alguem souber dessas opcoes mais baratas por favor me avise</p>
<p>Comentário do autor do blog,</p>
<p>Pois é, Marsal, as bicicletas elétricas &#8220;brasileiras&#8221; ainda são caríssimas, já que não há políticas de incentivos tarifários e as políticas ambientais se restringem à discussão do Código Florestal.  Curitiba já foi líder em políticas públicas de transporte e saneamento; agora, ao que parece, essa época de ouro terminou.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Terrorismo Ambiental, Marquetagem Eleitoreira e Má Gestão dos Bens Públicos por Julio Stelmach</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2010/01/31/terrorismo-ambiental-ou-mero-marketing-politico-ainda-que-falido/comment-page-1/#comment-448</link>
		<dc:creator>Julio Stelmach</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 11:28:30 +0000</pubDate>
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		<description>Alô Luiz Prado, hoje voltando de férias fui ler as materias, gostei muito do assunto em epígrafe que nos remete através do Ciro Siqueira a uma reflexão sobre o que o meu Pai sempre falava: &quot;Esta terra está cheia de aprendiz de feiticeiro&quot;, e &quot;Em terra de cego quem tem um olho é rei.&quot; Algumas questões são discutidas sem embasamento científico, apenas baseadas em pesquisas localizadas. No entanto as questões ambientais envolvem todo um contexto que precisa ser analisado, estudado e pesquisado.A natureza se ajusta as suas adversidades, talvez o homem não. Julio Stelmach Acadêmico de Gestão Ambiental.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alô Luiz Prado, hoje voltando de férias fui ler as materias, gostei muito do assunto em epígrafe que nos remete através do Ciro Siqueira a uma reflexão sobre o que o meu Pai sempre falava: &#8220;Esta terra está cheia de aprendiz de feiticeiro&#8221;, e &#8220;Em terra de cego quem tem um olho é rei.&#8221; Algumas questões são discutidas sem embasamento científico, apenas baseadas em pesquisas localizadas. No entanto as questões ambientais envolvem todo um contexto que precisa ser analisado, estudado e pesquisado.A natureza se ajusta as suas adversidades, talvez o homem não. Julio Stelmach Acadêmico de Gestão Ambiental.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A Festa da Menina Morta &#8211; A Psicose Amazônica e Nacional por Fátima Santágata</title>
		<link>http://www.luizprado.com.br/2009/06/15/a-festa-da-menina-morta-a-psicose-amazonica-e-nacional/comment-page-1/#comment-350</link>
		<dc:creator>Fátima Santágata</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 06:56:46 +0000</pubDate>
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		<description>Eu compus a música tema do filme que é &quot;Vestidinho rasgado&quot;  Adorei seus comentários!!   O filme é uma viagem assim como Matheus Nachtergaele atuando de diretor!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu compus a música tema do filme que é &#8220;Vestidinho rasgado&#8221;  Adorei seus comentários!!   O filme é uma viagem assim como Matheus Nachtergaele atuando de diretor!!!</p>
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