Sobre

Luiz Prado

Economista, tive sorte. Já no segundo ano da faculdade, caiu-me nas mãos o relatório Limites para o Crescimento, encomendado pelo Clube de Roma ao MIT. Para quem não sabe, o Clube de Roma era um encontro anual de dirigentes de grandes corporações para dividir mercados. No período anterior, Agnelli propôs que discutissem, também, fontes de suprimento de matérias-primas. Como não tinham as informações, encomendaram o estudo sobre o tema ao MIT.

Limites para o crescimento era algo impensável na teoria econômia! – e os economistas ainda continuam medindo o mundo pelo tal crescimento do PIB! Daí para apaixonar-me por recursos naturais foi um pulo. E passei a vida trabalhando sobre o tema.

44 comentários sobre “Sobre”

  1. Luiz, voltei a acompanhar seu blog. Estou trabalhando com muitos temas sobre os quais você escreve – energias alternativas, biodiversidade, etc… Portanto, não estranhe minha presença constante por aqui. Um abraço, Leandro.

  2. Oi luiz,sou estudante e adorei seu blog gostaria de continuar atualizada…

  3. Bom dia.
    Há algum tempo ouvi a expressão ” substituição verde”.

    Você já reparou o que estão fazendo ? Estão derrubando floresta nativa e plantando bananeiras. Na serra do Grumari já foi quase toda. Pela Avenida Brasil, em Bangu/Cpo. Gde. pode ser observado esta derrubada. Na Rio-Santos, em Itaguaí também.
    Isso passa despercebido pois não abre clareira na mata. mas deve acontecer alguma coisa, né?

    Bom dia.

    Paulo Molina

  4. Pois é, Paulo. Mas é muito pior quando fazem a “substituição verde” com os imensos “desertos verdes” de pinho e eucalipto, transformando o Brasil num exportador de solos e de produtos de baixo valor agregado, e ocupando terras agrícolas com a máscara da “recuperação de solos degradados”, tudo sob as bençãos da turma da área ambiental do poder público.

  5. Adorei sua reportagem sobre as casas flutuantes. Sou estudante de Arquitetura e Urbanismo e estou fazendo meu TFG sobre casas flutuantes (ecológicas e baratas), mas estou encontrando dificuldades quanto à literatura. Se vc puder me ajudar, eu agradeço.

    Nadja Cernov

  6. Luiz,parabéns pelo seu blog.Eu sou seu ouvinte todas as terças no programa da bandnews fm .Sou morador do bairro de Sepetiba, e como você sabe temos uma baia que nos anos 70 e 80 foi um lugar agradável e que tinha como sua fonte de renda o turismo e pesca. Com a falência da inga e com a construção do porto de Sepetiba a baia acelerou o processo de degradação e assoreamento e agora no final da década de 2000 ganhamos mais um presente que é a csa. Com isso as principais fonte de renda acabou, fazendo com que as pessoas procure trabalho cada vez mais distante.Agora a prefeitura esta fazendo o saneamento de aproximadamente de 200 ruas,paralelo a isto o governo do estado está com processo de restauração das praias,daí a minha pergunta:segundo o processo de licitação a verba é só para a praia de Sepetiba ou esta incluída também as praias do Cardo e Recôncavo. Se puder junto com a resposta envie o site que tenha esta informação.Obrigado e fique com DEUS.

    Prezado Marcelo,
    Eu não sei lhe dizer de onde vêm essas verbas e se elas têm destino previamente acertados. Só posso lhe assegurar que (a) o lero-lero em torno das emissões de carbono da CSA não procede, têve fins midiáticos e / ou objetivou algum tipo de chantagem, e (b) em nenhum país sério do mundo se permitiria a implantação dessa indústria nesse local privilegiado para a pesca e o turismo. Essa localização é realmente uma afronta ao patrimônio natural, ambiental, social, histórico, e econômico do estado do Rio de Janeiro.

  7. Oi Luiz, eu fui passar um final de semana em Iha Grande, e la a naturaza é maravilhosa, gostaria de saber, o que é preciso para se comprar uma ilha rsrsrs e como as pessoas constrói casas no meio de tanto verde, a luz da onde vem? a agua? e o esgoto tem algum tratamento?

  8. Olá Luiz, conheci seu trabalho a pouco tempo e é muito interessante! Trata de temas que são de extrema importãncia e não me refiro tão somente as questões ambientais no seu contexto programático e disciplinar, mas no aspecto social/informativo/esclarecedor. Quando li suas colocações sobre as ONG’s, foi muito assutador confesso! Sou tupiniquim é verdade, mas tais informes são pouco divulgados. Eu vejo como sendo fundamental realizar este serviço de utilidade pública!!! Gente!!! eu me senti a própria loura burra, andava nesta de ser cooperadora!!! pera ái!!! Olhe que foi luta entenderem numa destas ONG’s bem intencionadas que Rondônia faz parte do Brasil e mais, que está na Amazônnia Ocidental!! Jesus me socorra!!!
    Olha, se permitir eu vou vir aqui vez por outra…vivendo e aprendendo!!! Obrigada

    Ludymilla

  9. Sobre o artigo de Raquel Valentini postado no blog luizprado.com.br
    em 12 de janeiro de 2011.
    …• ANGELO DA SILVA XAVIER
    0 minutos atrás.
    Your comment is awaiting moderation.
    Cara Raquel Valentini: Com essa “estória” de sacolas recicláveis, somente dois segmentos serão realmente beneficiados: – a poderosa indústria de plásticos e principalmente as grandes redes de supermercados. Senão vejamos: a indústria de plásticos ganhara duplamente; com a venda das sacolas ditas “biodegradáveis” para que os supermercados embalem as compras efetuadas pelos seus clientes, e pela venda de sacos plásticos “COMUNS” que são colocados à venda em suas lojas, cujas essas vendas aumentarão, SIGNIFICATIVAMENTE, visto que os cidadãos não mais poderão acondicionar seus resíduos sólidos (lixo) residenciais nas sacolinhas, as quais serão fornecidas “à gosto do freguês” em contrapartida de pagamento que vão variar de R$ 0,30 a R$ 1,50 cada uma.
    Também os supermercados ganharão em duplicidade visto que lucrarão com a venda das sacolas ditas “biodegradáveis” sendo que, assim como as sacolinhas “vilãs”, o seu custo já está incluso no preço das mercadorias que compramos.
    Que lobby poderoso!!! Mais uma vez somos nós, os cidadãos comuns, os brasileiros pagadores de impostos é que iremos pagar a conta do “politimante correto”. É a antiga história do “rabo abanando o cachorro”, já ocorrida anteriormente quando do “estatuto do desarmamento” . Tira-se a condição primeira do cidadão de efetuar a sua legítima defesa, mas deixa o bandido, armado, “importando” as armas livremente via fronteiras cucarachas. Penso que, as sacolinhas são, dentre os vários produtos plásticos existentes hoje, as que mais são reutilizáveis, depois de sairem dos supermercados.
    Elas servem não somente para acondicionar o lixo doméstico que serão enviados aos aterros sanitários (quando existem), mas tem inúmeras outras serventias, como invólucros para transporte de pequenos objetos e inúmeros outros. É o que penso. Saudações de um Brasileiro apolítico-partidário!

  10. Caro Luiz:
    Tenho um Blog (norigatto.blog.uol.com.br) mas faz tempo que não escrevo.
    Gostei muito de seus escritos. Sempre baseado no científico e sempre convincente.
    Seus esscritos sobre a questão ambiental são, não só importantes como excenciais para o mundo atual.
    Espero que leia no histórico de meu blog algumas postagens.
    Continue assim. Você deve ser jovem, mas aumente a letra de seus escritos, pois pessoas velhas podem estar lendo.
    Um abraço
    Norimar Pedro Gatto

  11. Luix, faltou dizer, no Sobre, que você é dos comentaristas mais cultos e bem informados e, portanto, pode ser dar ao luxo de ser muito sensato e equilibrado. Que nas suas muitas próximas décadas você continue trazendo estes bons ventos – ácidos ou não – para todos nós. Beijo, Kimy

  12. Kimy, a muito mais admirável do que desaparecida,
    Vindo de voce, esse comentário é como uma redenção. De fato, o que voce sempre chamou de minha “acidez” não passa da ridicularização bem humorada dess grande farsa grotesca, não das pessoas, mas das instituições.
    Dê-me notícias e ficarei feliz!~
    Luix

  13. Prezado Luiz Prado, gostaria de ler o documento citado por você e pelo Ricardo Boechat,no programa de hoje(quinta-feira,24 de novembro de 2011), na rádio BANDNEWS FM, acerca de projeções sobre o futuro do clima no nosso planeta. Lembro que você até citou o site em que se encontra tal documento(algo parecido com ipp.ch), mas na hora eu não tinha como anotar.Tal documento fala, entre
    outras coisas,do futuro sombrio das áreas situadas à margem dos oceanos,condenadas à uma provável invasão pelas águas.
    Agradeço desde já.
    Francisco Muniz- Rio de Janeiro
    franciscomuniz1@yahoo.com.br

  14. Boa tarde Luiz, achei muito interessante o seu blog, gostaria de saber mais sobre sua opinião relativa à economia e a responsabilidade ambiental.
    Abraços..

  15. Caro Luiz Prado…, contenta-me sobremaneira constatar a existência de manifestações lúcidas e espaços positivos de cidadania, como é bem o caso do seu blog. Sinceros parabéns e lamento tão somente não tê-lo percebido antes. Acredito com firmeza que iniciativas desta ordem poderão contribuir para a evolução da sociedade brasileira, favorecendo, além do despertar de consciências, a adoção e o exercício de posturas efetivas em prol da consecução de uma nova ordem e do resgate do imenso passivo socioambiental que muitos de nós, cidadãos dotados de condições intelectuais, ao longo tempo, em um misto de passividade e egoísmo, permitimos – de certa forma – que se instalasse. Creio também que agora, nas circunstâncias presentes, com os avanços tecnológicos e com os novos rumos que se insinuam à humanidade, ou se promovem as reformas estruturais nas interrelações socioeconômicas ou estaremos todos condenados ao absoluto caos. Sendo assim, denunciar, debater e questionar paradigmas torna-se essencial. Sigamos adiante!

  16. Olá Luiz, muito bom trabalho e boas críticas ácidas, parabéns! Estou acompanhando seu blog e comungo de algumas opiniões com você. Faz tempo que digo as pessoas que “só o homem fora expulso do paraíso” esse crescimento “econômico” e acúmulo de bens, pessoas, aparato estatal só gera mais demanda de consumo “zumbis” e destruição. Alguns dizem que sou louco, mas acredito que o futuro com uma possível preservação do que seria a humanidade só se dará com o recuo da força econômica, temos que parar e recuar, não temos mais saída. Abraços, estarei sempre por aqui!

  17. Caro Luiz, boa noite.

    Tenho interesse em lhe fazer uma proposta para colaboração no nosso projeto social.
    Se tiver interesse, por gentileza, responda via e-mail.

    Grato,

    Henrique

  18. Prezado Henrique,

    Desculpe-me por tardar a lhe responder. A recente atualização do WordPress fez com que o sistema deixa-se de enviar-me emails informando da existência de novos comentários.

    Se você me passar um telefone fixo, no Rio ou em outro lugar, posso lhe telefonar e conversarmos um pouco sobre a ONG e sobre o projeto social.

    Bom abraço,

    Luiz

  19. Grato, Léo,

    A questão é: como mudar o comportamento de manada? Algum líder mundial teria poderes para tanto?

    Abraço,

    Luiz

  20. O SESC pode ser um bom caminho para que os jovens brasileiros não sejam mal-esclarecidos e mal-orientados sobre as questões ambientais e a gestão ambiental nas empresas, não lhe parece?

  21. Bom dia,

    Assistindo a um programa de TV tomei conhecimento da empresa TNC que trabalha com venda de crédito de carbono.
    Quando fiz a busca na internet encontrei seu blog.
    Estou procurando uma empresa idônea que trabalhe com venda de crédito de carbono para uma área de mata nativa no Pará.
    Você pode indicar alguma confiável?

    Att.
    Sheila

  22. Você disse certo: a TNC é uma empresa, apesar de estar registrada como ONG. Mas com ela você não vai conseguir é nada, ou quase nada. Só fazem o que os clientes pedem, e os clients – no caso, doadores que fazem deduções das doações no imposto de renda – já nem se interessam tanto mais por mudanças climáticas ou pelos tão sonhados pagamentos pela manutenção de florestas, em particular se as florestas são mantidas por força de lei local.

  23. Luiz Prado
    Estou discutindo, no mestrado, a demasiada quantidade de leis (levando em consideração desde a CF até as Instruções normativas ministeriais) e a ineficiência das mesmas frente aos problemas de inundações. Tenho lido suas críticas abordando a falta de realismo em nossas leis e mais especificamente no código florestal (APPs!!!!). O fato é que não há entendimento entre os entes/órgãos da federação. O interesse de cada um é a predominância! Mas não quero desanimar e estou tentando achar/sugerir alguma saída: Cada localidade na federação tem uma realidade (dinâmica de cheias, chuvas, topografia, etc) e cada uma delas deve ser tratada individualmente e depois fazer a integração com as demais localidades. Estou tentando encontrar um modelo de gestão de solos com recursos hídricos que possa adaptar. Você indicaria algum para que eu pudesse fazer um estudo?
    Descobri você essa semana e até por indicação sua já entrei no site da DWR…
    AGUARDO
    Abraços
    Thais

  24. Prezada Thais,
    Grato por seu interesse e comentário.

    Eu não acho que seja apenas uaa questão de “demasiadas” normas. Acho que temos uma questão omissão e de normas IMBECIS (como é o caso das APPs genéricas, válidas do Oiapoque ao Chuí).

    Parte disso é resultado (a) da absoluta mediocridade das pessoas que elaboram as normas (ONGs e MMA)- esqueça o Congresso, que não sabe o que está votando -, (b) da forte aversão do governo da “ilha da Fantasia” (Brasília) ao princípio federatico, (c) à inapetência absoluta daquilo que chamam de “governo” para ouvir outros setores do próprio governo, muito mais qualificados (como foi a surdez em relação aos estudos da EMBRAPA – Monitoramento por Satélite durante à aprovação do “novo código florestal” (que não tem nada de código e muito menos de florestal”, (d) da alocação de cargos técnicos comissionados à gangue que no momento ocupa o poder (seja em que nível for, cargos políticos, sem qualque3r conhecimento dos temas tratados), (e) da “politização” que transforma em “queda de braços” qualquer tentativa de debate substantivo, e por aí afora.

    Os EUA têm uma gestão solos X recursos hídricos MUITO melhor do que o Brasil, sem a tolice absoluta das APPs! A Alemanha, onde fiz estágio, então, nem se fala, deixa os EUA na rabeira. O Brasil não tem é nada.

    Não desanime, não. Ao contrario, considere um belo desafio confrontar-se com essa mediocriadade arrogante que está no poder, mediorcridade que se agravou nas duas últimas décadas.

    Vou lhe mandar um email pessoal para vermos se posso lhe dar algum apoio.

    Luiz

  25. Oi Luiz!
    Seu blog é excelente por sua abordagem honesta e compromissada com a natureza. Depois daquela fotografia da NASA semana passada tenho acompanhado a mancha no mar através deste site da NASA: (https://earthdata.nasa.gov/labs/worldview/?switch=geographic&products=baselayers,!MODIS_Terra_CorrectedReflectance_TrueColor,MODIS_Aqua_CorrectedReflectance_TrueColor&time=2014-01-20&map=-48.5232,-25.0719,-38.4744,-12.9311) que tem fotos diárias. É possivel perceber como a mancha parece obedecer o relevo do oceano. Sobrepondo as duas imagens é possivel observar a relação os dois.

    Um abração!
    Angela

  26. Olá, Angela!

    Grato!

    Se as assim chamadas “autoridades ambientais” quisessem acompanhá-la, teriam muitos caminhos. Este, ainda com imagens com nuvens, e or traçadores coloridos luminiscentes. Mas não querem! Querem dragagens e ponto! E parecem proteger as irregularidades das chatas de transporte desses 20 milhões de toneladas de lama podre quando pedem apenas um GPS, e ainda assim sob pressão do MP, informando depois que em alguns casos o GPS “estava quebrado”. Camêras de filmagem com acesso online para todos os interessados, nada. Traçadores atóxicos, tampouco.

    Uma coisa é certa: aqueles não foram uma sequência de episódios de “florações algais naturais” MESMO. Espero que os promotores do MPRJ consigam parar essa esculhambação farsante.

    Abraço!

    Luiz

  27. Luis,

    Sou biólogo e advogado, professor de Mestrado e Doutorado em Direito Ambiental da Universidade Católica de Santos- UNISANTOS.

    Escrevi o livro Propriedade Intelectual, Biotecnologia e Biodiversidade (Ed Fiúza).

    Estou escrevendo sobre a influência da produção de biocombustíveis na revogação da Lei 4.771/65 e aprovação do novo Código Florestal. Vc teria algum material sobre o assunto para me passar?

  28. Vladimir,

    Não entendi a sua pergunta. Não vejo relação entre as duas versões do assim chamado “código florestal” e a produção de biocombustíveis – que englobam tanto o etanol quanto o assim chamado biodiesel. Talvez alguma variação de área plantada na Amazônia brasileira?

    A questão, a meu ver, seriam as restrições relacionadas à produção de alimentos por região, para garantir a segurança alimentar e para evitar o “passeio do etanol” (excelente expressão) e, mais recentemente, do biodisel, que têm que ser transportado em caminhões até os locais de mistura, inexistindo uma política de zoneamento que preveja limites ideia – ou próximos – de áreas plantadas para cada uma dessa finalidades (alimentação X biocombustíveis).

    Por outro lado, não creio que os produtores de biocombustíveis tenham tido influência suficiente na substituiçao de uma lei por outra. Para os grandes produtores de álcool, a situação continua confortável: se o preço do açucar lá fora está mais alto, fazem açucar e o governo brasileiro diminui o teor de mistura do etanol à gasolina; se o preço do açucar é desfavorável, o governo obedece e reduz o teor da minstura. Quem paga a conta é sempre o usuário da gasolina.

    Ou me engano?

  29. Caro Luiz,

    Estive em paranapiacaba, Santo André, São Paulo, onde se mantêm, sabe lá como, algumas memórias de uma antiga vila de operários ingleses ligados ao sistema de trem funicular da época imperial.

    Em bom estado de conservação, a casa do antigo engenheiro geral é mantida como atração turistica e co visitação guiada.

    Essa linda e pitoresca casa colonial sofreu uma restauração há algum período atrás e o seu passeio de acesso, já que esta casa de se encontra no ponto mais alto da cidade, foi recomposta por pedras igualmente inadequadas para a acessibilidade dos seus visitantes.

    Como podemos gastar tanto dinheiro com restaurações pelo Brasil e mantermos uma padrão de construção justificado somente pelas condições de mão de obra deficitário que tinhamos no passado.

    Será que essas dificuldades não chegam nos ouvidos dos técnicos do IPHAN ou será que mais uma vez as ações obscuras norteiam essas escolhas ??

    Grande abraço, xará Luiz !

  30. A corrupção e o compadrio podem ser uma parte, mas o resto, acho eu, é burrice e preguiça mesmo!

    Esse lero-lero de sermos um país incrivelmente dinâmico e criativo não passa de mitologia!

  31. Meu caro Luiz Prado, parabéns pelo blog.
    Infelizmente começou tudo denovo!!!… As queimadas estão aí, está completando quatro anos de alerta.(fechei 2013 com 13 palestras, e este ano já 5).

    Estou feliz pelo eco das minhas palavras, mas triste pela reação de quem pode fazer algo mais.

    E voce o que acha? “Queimadas no Brasil: Causa real nas rodovias”. O DNIT adminstradora na BR050 fez uma cartilha educativa citando meu trabalho como referencia(Dr Google), e outras intituições também divulgou.

    Continuo pesquisando e descobrí que a Bahia privatizou a rodovia BR116, e não é que as queimadas diminuiram naquela região.

    Abcs – Edmar – Itabira – MG – (31)97224529

  32. Sou seu amigo motorista de Cabo Frio e estou escrevendo para lhe agradecer o que fez pela privatização da água em nossa região. Sem ela eu hoje estaria em apuros por conta da falta água. Assim que puder espero um projeto de energia solar que tenha um custo beneficio acessível a nossa realidade. Com saudades, um abraço do amigo.
    Luis Gustavo Corado Nunes.

  33. O mais importante foi livrar a Região dos Lagos da Cedae, ainda que à época o edital tenha sido alterado na reta final – aproveitaram a mudança de governo – para que recursos que deveriam ter sido investidos no sistema ficassem como pagamento pela concessão, e um banco que em nada contribuiu tenha ficado com grande fatia da concessão.. só para depois vendê-la. Ainda assim, bem melhor do que a falida Cedae. Outros municípios deveriam seguir o exemplo, já que eles são titulares da concessão desses serviços.

  34. Caro Luiz,
    Boa tarde.

    Sou pesquisadora do Arquiteturas, uma série de documentários realizado pelo SescTV de São Paulo, com direção do jornalista Paulo Markun. Cada episódio conta a história de um local, cidade ou espaço urbano que tenha uma ocupação singular ou uma representatividade para a população.

    Estamos produzindo agora um especial sobre a Comunidade do Catalão e traçando um paralelo com a Manaus flutuante da década de 60. Vi na internet uma monografia sobre casas flutuantes que não está creditada porém, creio ser de sua autoria: http://www.luizprado.com.br/wp-content/images/Monografia-Casas-Flutuantes.docx.

    Poderia me passar um contato telefônico para conversarmos? Quero convidá-lo a dar uma entrevista neste documentário. Você reside onde atualmente?

    Att.
    Camila Coimbra
    (11) 96828 1345

  35. A monografia está disponível para dowload no link. É a melhor do gênero já feita no Brasil.

    Passei-lhe os contatos da autora, Nadja Irina Cernov.

    Mas, com as frequentes atualizações do WordPress, se você tiver dificuldades, avise-me.

  36. olá , me chamo Rômulo , gostaria de conhecer melhor todo esse âmbito do meio ambiente.
    grato desde já.

  37. Olá, Rômulo,

    Estude muito, selecione alguns campos de seu maior interesse, procure artigos e newsletters estrangeiros (em inglês, em geral; no Brasil, essa área não é mais “série” do que a educação e a saúde pública), e aproxime-se de gente que seja competente.

  38. Boa tarde
    Sou membro do SOS CASSINO, formamos um grupo de amigos, surfistas, autonomos, amantes da praia.
    Estamos lutando por uma dragagem fiscalizada e acabar com as dúvidas referentes ao lodo que se deposita na orla por uma extensão de 7km, a luta é grande, mas os avanços são pequenos, agradeço pelo que puder nos orientar e ajudar. Grato!

  39. Mas, Carlos…. Essa praia sempre foi lodosa? Há um rio nas proximidades cujo transporte de sedimentos torna a praia lodosa? Há muitas assim no Brasil! Ou é tudo esgoto mesmo?

  40. bom dia, nao temos rio, mas sim molhes, por onde ocorre o escoamento natural da lagoa, do estuário, ocorrem dragagens, não somos contra, mas estas não utilizam traçadores, não tem monitoramento….

    Esse grupo surgiu da frustração de ver nossa praia sofrendo uma série de danos ambientais provocados pelo armazenamento de um bolsão de lama que se estende por cerca de 6 a 7 km na orla da praia. Desde abril do ano passado, os moradores, os surfistas e os turistas olhavam para esse resultado funesto e se continham em aceitar duas teorias antagônicas a respeito da origem dessa lama.

    Um estudo feito por profissionais da FURG defende a tese de que o aparecimento da lama é natural. E o outro estudo ou teoria, defende por meio de números e estatísticas que tal evento foi agravado consideravelmente pelas consequentes dragagens no canal do porto, cujo descarte de sedimentos tem sido 100% no mar.

    Em razão dessa discordância, as dragagens continuaram e restou criada a teoria da dúvida, ocasião em que ninguém é culpado ou responsabilizado por nada, sendo somente penalizada a praia ou quem se atrever correr o risco de ficar atolado na lama, podendo morrer afogado.

    Diante disso, o Movimento S.O.S cansou da vaidade dessas teorias defendidas quase que diariamente na mídia local, buscando assim, numa organização própria, apartidária, sem fins lucrativos e com recursos próprios, um processo de questionamento às autoridades competentes para que fosse em caráter emergencial adotados procedimentos que dirimissem toda e qualquer dúvida antes da próxima dragagem. Sabedores da existência de um inquérito que tramita junto ao Ministério Publico Federal desde 2003 e até hoje sem solução, o grupo S.O.S Cassino lançou uma série de questionamentos que, embora tenham sido sugeridos por alguns estudos no passado, até hoje não foram se quer levados em consideração ou colocados em prática.

    O grupo S.O.S não é contra o progresso e a necessidade da manutenção do calado do porto por meio de dragagens, entretanto, não pode aceitar que 150.000 m³ (6km de extensão x 50m largura x 0,5m altura) volume equivalentes a 16.600 caminhões com capacidade de 9m³ segundo estimativa do próprio NEMA (Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental) – documento anexo, fixados na orla da praia sejam consideradas de ordem natural. Em razão disso, buscamos acabar com essa dúvida requerendo um descarte em terra, que poderá ser utilizado para aterro, fertilizantes, criação de ilhas artificiais, etc, conforme estudos passados já para a próxima dragagem.

    Durante os anos de 1915 a 1940 teve 11 milhões de m³ de sedimentos dragados e lançados em terra, dando origem assim a novos bairros, e a ilha da Base, sem que houvesse um só registro do aparecimento de lama na praia nesses 25 anos (cfe. estudo).

    Em resumo, o grupo espera que o Pretinho Básico através da sua grande audiência, e da sua mídia inteligente exponha para toda sociedade o Alerta do SOS CASSINO, já que existe uma próxima dragagem prevista para qualquer momento e com objetivo de retirar 18 milhões de m³ que serão lançados novamente ao mar.

    Tivemos dois movimentos ocorridos nos dias 09/maio/2015 e o no dia 15/05/2015 na praia do Cassino, conforme fotos anexas que acordou a sociedade. A partir disso a mídia local e até mesmo contato com o Greenpeace foi feito. Temos tido apoio de centenas de pessoas que acordaram para a gravidade do problema ambiental ocorrido e que poderá se tornar uma catastrófe.

    Durante a etapa do mundial de Surf realizada no Rio de Janeiro há duas semanas, vários ícones da elite mundial e ídolos brasileiros vestiram a camisa do SOS Cassino em apoio e solidariedade a nossa causa. Gostaríamos apenas que o PB chama-se a atenção dos ouvintes para essa causa, uma vez que nosso movimento não é contra ninguém e nem contra o progresso, mas sim pela realização de um estudo conclusivo e emergencial, para que, com inteligência e consciência ambiental seja dada uma solução em definitiva para a coletividade e para o destino dessa lama.

    bom temos material e tendo interesse na nossa causa posso enviar para teu email, agradeço a atenção e possível orientação.

O que você pensa a respeito?