Luiz Prado
Economista, tive sorte. Já no segundo ano da faculdade, caiu-me nas mãos o relatório Limites para o Crescimento, encomendado pelo Clube de Roma ao MIT. Para quem não sabe, o Clube de Roma era um encontro anual de dirigentes de grandes corporações para dividir mercados. No período anterior, Agnelli propôs que discutissem, também, fontes de suprimento de matérias-primas. Como não tinham as informações, encomendaram o estudo sobre o tema ao MIT.
Limites para o crescimento era algo impensável na teoria econômia! – e os economistas ainda continuam medindo o mundo pelo tal crescimento do PIB! Daí para apaixonar-me por recursos naturais foi um pulo. E passei a vida trabalhando sobre o tema.
Luiz, voltei a acompanhar seu blog. Estou trabalhando com muitos temas sobre os quais você escreve – energias alternativas, biodiversidade, etc… Portanto, não estranhe minha presença constante por aqui. Um abraço, Leandro.
Oi luiz,sou estudante e adorei seu blog gostaria de continuar atualizada…
Bom dia.
Há algum tempo ouvi a expressão ” substituição verde”.
Você já reparou o que estão fazendo ? Estão derrubando floresta nativa e plantando bananeiras. Na serra do Grumari já foi quase toda. Pela Avenida Brasil, em Bangu/Cpo. Gde. pode ser observado esta derrubada. Na Rio-Santos, em Itaguaí também.
Isso passa despercebido pois não abre clareira na mata. mas deve acontecer alguma coisa, né?
Bom dia.
Paulo Molina
Pois é, Paulo. Mas é muito pior quando fazem a “substituição verde” com os imensos “desertos verdes” de pinho e eucalipto, transformando o Brasil num exportador de solos e de produtos de baixo valor agregado, e ocupando terras agrícolas com a máscara da “recuperação de solos degradados”, tudo sob as bençãos da turma da área ambiental do poder público.
Adorei sua reportagem sobre as casas flutuantes. Sou estudante de Arquitetura e Urbanismo e estou fazendo meu TFG sobre casas flutuantes (ecológicas e baratas), mas estou encontrando dificuldades quanto à literatura. Se vc puder me ajudar, eu agradeço.
Nadja Cernov
Luiz,parabéns pelo seu blog.Eu sou seu ouvinte todas as terças no programa da bandnews fm .Sou morador do bairro de Sepetiba, e como você sabe temos uma baia que nos anos 70 e 80 foi um lugar agradável e que tinha como sua fonte de renda o turismo e pesca. Com a falência da inga e com a construção do porto de Sepetiba a baia acelerou o processo de degradação e assoreamento e agora no final da década de 2000 ganhamos mais um presente que é a csa. Com isso as principais fonte de renda acabou, fazendo com que as pessoas procure trabalho cada vez mais distante.Agora a prefeitura esta fazendo o saneamento de aproximadamente de 200 ruas,paralelo a isto o governo do estado está com processo de restauração das praias,daí a minha pergunta:segundo o processo de licitação a verba é só para a praia de Sepetiba ou esta incluída também as praias do Cardo e Recôncavo. Se puder junto com a resposta envie o site que tenha esta informação.Obrigado e fique com DEUS.
Prezado Marcelo,
Eu não sei lhe dizer de onde vêm essas verbas e se elas têm destino previamente acertados. Só posso lhe assegurar que (a) o lero-lero em torno das emissões de carbono da CSA não procede, têve fins midiáticos e / ou objetivou algum tipo de chantagem, e (b) em nenhum país sério do mundo se permitiria a implantação dessa indústria nesse local privilegiado para a pesca e o turismo. Essa localização é realmente uma afronta ao patrimônio natural, ambiental, social, histórico, e econômico do estado do Rio de Janeiro.
Oi Luiz, eu fui passar um final de semana em Iha Grande, e la a naturaza é maravilhosa, gostaria de saber, o que é preciso para se comprar uma ilha rsrsrs e como as pessoas constrói casas no meio de tanto verde, a luz da onde vem? a agua? e o esgoto tem algum tratamento?
Olá Luiz, conheci seu trabalho a pouco tempo e é muito interessante! Trata de temas que são de extrema importãncia e não me refiro tão somente as questões ambientais no seu contexto programático e disciplinar, mas no aspecto social/informativo/esclarecedor. Quando li suas colocações sobre as ONG’s, foi muito assutador confesso! Sou tupiniquim é verdade, mas tais informes são pouco divulgados. Eu vejo como sendo fundamental realizar este serviço de utilidade pública!!! Gente!!! eu me senti a própria loura burra, andava nesta de ser cooperadora!!! pera ái!!! Olhe que foi luta entenderem numa destas ONG’s bem intencionadas que Rondônia faz parte do Brasil e mais, que está na Amazônnia Ocidental!! Jesus me socorra!!!
Olha, se permitir eu vou vir aqui vez por outra…vivendo e aprendendo!!! Obrigada
Ludymilla
Sobre o artigo de Raquel Valentini postado no blog luizprado.com.br
em 12 de janeiro de 2011.
…• ANGELO DA SILVA XAVIER
0 minutos atrás.
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Cara Raquel Valentini: Com essa “estória” de sacolas recicláveis, somente dois segmentos serão realmente beneficiados: – a poderosa indústria de plásticos e principalmente as grandes redes de supermercados. Senão vejamos: a indústria de plásticos ganhara duplamente; com a venda das sacolas ditas “biodegradáveis” para que os supermercados embalem as compras efetuadas pelos seus clientes, e pela venda de sacos plásticos “COMUNS” que são colocados à venda em suas lojas, cujas essas vendas aumentarão, SIGNIFICATIVAMENTE, visto que os cidadãos não mais poderão acondicionar seus resíduos sólidos (lixo) residenciais nas sacolinhas, as quais serão fornecidas “à gosto do freguês” em contrapartida de pagamento que vão variar de R$ 0,30 a R$ 1,50 cada uma.
Também os supermercados ganharão em duplicidade visto que lucrarão com a venda das sacolas ditas “biodegradáveis” sendo que, assim como as sacolinhas “vilãs”, o seu custo já está incluso no preço das mercadorias que compramos.
Que lobby poderoso!!! Mais uma vez somos nós, os cidadãos comuns, os brasileiros pagadores de impostos é que iremos pagar a conta do “politimante correto”. É a antiga história do “rabo abanando o cachorro”, já ocorrida anteriormente quando do “estatuto do desarmamento” . Tira-se a condição primeira do cidadão de efetuar a sua legítima defesa, mas deixa o bandido, armado, “importando” as armas livremente via fronteiras cucarachas. Penso que, as sacolinhas são, dentre os vários produtos plásticos existentes hoje, as que mais são reutilizáveis, depois de sairem dos supermercados.
Elas servem não somente para acondicionar o lixo doméstico que serão enviados aos aterros sanitários (quando existem), mas tem inúmeras outras serventias, como invólucros para transporte de pequenos objetos e inúmeros outros. É o que penso. Saudações de um Brasileiro apolítico-partidário!
Caro Luiz:
Tenho um Blog (norigatto.blog.uol.com.br) mas faz tempo que não escrevo.
Gostei muito de seus escritos. Sempre baseado no científico e sempre convincente.
Seus esscritos sobre a questão ambiental são, não só importantes como excenciais para o mundo atual.
Espero que leia no histórico de meu blog algumas postagens.
Continue assim. Você deve ser jovem, mas aumente a letra de seus escritos, pois pessoas velhas podem estar lendo.
Um abraço
Norimar Pedro Gatto
Luix, faltou dizer, no Sobre, que você é dos comentaristas mais cultos e bem informados e, portanto, pode ser dar ao luxo de ser muito sensato e equilibrado. Que nas suas muitas próximas décadas você continue trazendo estes bons ventos – ácidos ou não – para todos nós. Beijo, Kimy
Kimy, a muito mais admirável do que desaparecida,
Vindo de voce, esse comentário é como uma redenção. De fato, o que voce sempre chamou de minha “acidez” não passa da ridicularização bem humorada dess grande farsa grotesca, não das pessoas, mas das instituições.
Dê-me notícias e ficarei feliz!~
Luix
Prezado Luiz Prado, gostaria de ler o documento citado por você e pelo Ricardo Boechat,no programa de hoje(quinta-feira,24 de novembro de 2011), na rádio BANDNEWS FM, acerca de projeções sobre o futuro do clima no nosso planeta. Lembro que você até citou o site em que se encontra tal documento(algo parecido com ipp.ch), mas na hora eu não tinha como anotar.Tal documento fala, entre
outras coisas,do futuro sombrio das áreas situadas à margem dos oceanos,condenadas à uma provável invasão pelas águas.
Agradeço desde já.
Francisco Muniz- Rio de Janeiro
franciscomuniz1@yahoo.com.br
Aqui está, Francisco:
http://www.ipcc.ch/news_and_events/docs/srex/SREX_slide_deck.pdf
Cordialmente!