Começa a cair a máscara da política do pânico relacionada ao coronavírus

A Universidade de Stanford conduziu um primeiro https://www.latimes.com/california/story/2020-04-17/coronavirus-antibodies-study-santa-clara-county que mostra que o número de pessoas contagiadas em Santa Clara pode ser entre 50 e 85 vezes os números oficiais (aqui, os trechos sublinhados levam aos links).

Em palavras simples, pela primeira vez foi medido o número de pessoas que têm os anticorpos mas não a “doença”.  Afinal, os cientistas que não surfam no pânico, na vacina, nas aparentemente altas taxas de mortalidade – sempre afirmaram que cerca de 80% das pessoas contaminadas seriam assintomáticas.  Mas essa informação foi jogado para debaixo do tapete.  Afinal, se considerados esses números, as taxas de mortalidade caem vertiginosamente e muita gente poderá voltar ao trabalho.

Diante dos resultados de Stanford, a paquidérmica OMS protestou e disse que não há garantias de que essas pessoas já estão imunizadas, ainda que apresentem os anticorpos.

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O que é essencial?

Sair proibindo e cafetinando o medo, como faziam os inquisidores, é fácil.  O difícil é pensar.  O que é “essencial”?

Os serviços médicos, é claro.  Mas além de profissionais da área médica e seus equipamentos de proteção, eles requerem todas as equipes de suporte e, pegando dois exemplos ao acaso, da tecnologia da informação ao papel.  Isso significa que a fabricação de peças de computadores e todos os serviços de internet e TI em geral não podem parar.

Por seu lado, os hospitais necessitam de tubos plásticos, cilindros de oxigênio e atividades de produção e distribuição desse oxigênio, que não podem parar.

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Coréia do Sul contém o Coronavirus com inteligência e foco na prevenção

A Coréia do Sul tem sido citada como um caso de sucesso total na contenção da pandemia pelo coronavírus 19 só com inteligência e prevenção.

De fato, assim que saíram os primeiros artigos de pesquisadores chineses – aos quais todos os cientistas tiveram acesso -, a Coréia do Sul investiu massivamente na produção de kits para a detecção de pessoas contaminadas antes mesmo de que elas apresentassem os primeiros sintomas.

Nenhuma empresa – grande ou pequena – foi fechada, nenhuma atividade paralisada, não houve essa quarentena generalizada e nem pânico.  Apenas amostragens estatísticas bem feitas e rápido isolamento das pessoas cujos testes eram positivos.

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